A vaginoplastia é a cirurgia plástica de estreitamento e rejuvenescimento do canal vaginal e da musculatura do assoalho pélvico. Muitas mulheres procuram esse procedimento após gestações, partos vaginais ou em decorrência do envelhecimento natural dos tecidos. A frouxidão vaginal pode causar desconforto, redução da satisfação sexual e até insegurança no dia a dia. Se você se identifica com essas queixas, saiba que existe solução cirúrgica segura e eficaz.
Sou cirurgião plástico em Londrina - PR, formado pelo saudoso professor Ivo Pitanguy, no Rio de Janeiro - RJ, com mais de 20 anos de experiência e mais de 8.000 cirurgias realizadas. Sou membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da American Society of Plastic Surgeons (ASPS). Na vaginoplastia, atuo na parte estética externa — rejuvenescimento dos lábios, períneo e região vulvar — em parceria com o Dr. Fabio Minotti, que realiza a parte interna funcional, incluindo a reconstrução e o estreitamento do canal vaginal. Essa parceria permite oferecer a você um resultado completo: estético e funcional.
A vaginoplastia é indicada para mulheres que apresentam:
Na consulta, eu avalio cuidadosamente sua anatomia e conversamos sobre suas expectativas. É importante entender que a vaginoplastia trata tanto aspectos funcionais quanto estéticos, e cada caso exige um planejamento individualizado.
A vaginoplastia, também chamada de colpoplastia ou rejuvenescimento vaginal, é um procedimento cirúrgico que visa estreitar o canal vaginal e restaurar o tônus da musculatura perineal. Com o passar dos anos — e especialmente após partos vaginais — os tecidos e músculos dessa região podem se distender, causando frouxidão e redução da sensibilidade durante as relações sexuais.
O procedimento envolve a remoção do excesso de mucosa vaginal e a plicatura (aproximação) dos músculos do assoalho pélvico, particularmente o músculo elevador do ânus e os músculos bulboesponjosos. O resultado é um canal vaginal mais firme, com melhor tônus muscular e maior sensibilidade.
É comum haver confusão entre esses dois procedimentos. A perineoplastia trata especificamente a região do períneo — a área entre a vagina e o ânus —, corrigindo cicatrizes de episiotomia e restaurando a anatomia perineal. Já a vaginoplastia abrange o estreitamento de todo o canal vaginal. Na minha prática, frequentemente associo ambos os procedimentos, pois o tratamento completo oferece resultados muito superiores.
Na vaginoplastia que realizo, trabalho em parceria com o Dr. Fabio Minotti. Enquanto ele cuida da reconstrução interna do canal vaginal — a colporrafia e a plicatura da musculatura profunda —, eu me dedico à parte estética externa: harmonização dos lábios, rejuvenescimento perineal e correção de assimetrias vulvares. Essa abordagem em equipe garante que cada etapa do procedimento seja realizada por um especialista na área, proporcionando o melhor resultado possível.
A vaginoplastia pode ser realizada por diferentes técnicas, que são escolhidas de acordo com a anatomia e as necessidades de cada paciente. As principais são:
A colporrafia posterior é a técnica mais tradicional de estreitamento vaginal. Consiste na remoção de uma faixa de mucosa vaginal da parede posterior e na aproximação (plicatura) dos músculos do assoalho pélvico, especialmente o músculo elevador do ânus. Essa técnica é especialmente indicada quando há uma retocele — protrusão da parede retal em direção à vagina — ou frouxidão significativa da parede posterior.
A colpoperineoplastia combina o estreitamento vaginal com a reconstrução do períneo. É a técnica mais completa, pois trata simultaneamente o canal vaginal e a região perineal. O Dr. Fabio Minotti realiza a parte interna — plicatura muscular e estreitamento do canal — enquanto eu cuido da reconstrução perineal estética e da harmonização da região vulvar externa.
Quando a queixa principal envolve o períneo — cicatrizes de episiotomia, alargamento do introito vaginal ou flacidez perineal —, a perineoplastia pode ser realizada isoladamente ou em conjunto com a vaginoplastia. Na minha experiência, a associação dos dois procedimentos é muito frequente e proporciona resultados mais naturais e harmoniosos.
Na minha parte do procedimento, cuido do rejuvenescimento estético da região vulvar. Isso pode incluir a correção de assimetrias dos lábios, remoção de excesso de pele, tratamento de cicatrizes e harmonização geral da região. Sou especializado em diversas modalidades de cirurgia íntima, como ninfoplastia, redução de grandes lábios, enxerto de gordura nos grandes lábios, lipoaspiração pubiana e lifting do monte de Vênus, o que me permite oferecer um tratamento verdadeiramente completo.
Na consulta para vaginoplastia, eu ouço suas queixas e avalio sua região íntima de forma completa. Analiso a musculatura do assoalho pélvico, o tônus vaginal, a condição do períneo, e toda a região vulvar. Durante o exame físico, também verifico se há necessidade de procedimentos complementares — como ninfoplastia ou lipoaspiração pubiana — para que o plano cirúrgico seja o mais completo e individualizado possível.
Nessa consulta, também apresento o Dr. Fabio Minotti e explicamos como funciona nossa parceria cirúrgica. Você terá a oportunidade de tirar todas as suas dúvidas com ambos os profissionais.
Para a vaginoplastia, costumo solicitar os seguintes exames:
A vaginoplastia é realizada sob anestesia geral ou raquianestesia, dependendo da extensão do procedimento e da avaliação do anestesiologista. Na maioria dos casos, optamos pela raquianestesia, que proporciona bloqueio completo da sensibilidade na região pélvica com excelente controle da dor no pós-operatório imediato. Em casos de procedimentos mais extensos — quando associamos diversas cirurgias íntimas —, a anestesia geral venosa total pode ser mais indicada.
A vaginoplastia é realizada em centro cirúrgico, com toda a segurança e estrutura necessárias. O procedimento leva em média de uma a duas horas, dependendo das técnicas utilizadas e dos procedimentos associados.
O Dr. Fabio Minotti inicia o procedimento pela parte interna do canal vaginal. Ele realiza a colporrafia — remoção do excesso de mucosa vaginal — e a plicatura dos músculos do assoalho pélvico. Os músculos elevadores do ânus são aproximados na linha média, restaurando o tônus e o calibre do canal vaginal. Essa etapa é fundamental para o resultado funcional da vaginoplastia, proporcionando estreitamento efetivo e melhora da sensibilidade.
Após a conclusão da parte interna, eu realizo a reconstrução estética da região externa. Isso inclui a remodelação do períneo, a harmonização dos lábios e a correção de eventuais assimetrias ou excessos de tecido na região vulvar. Minha preocupação é que o resultado seja natural e harmonioso, complementando o trabalho funcional realizado pelo Dr. Minotti.
Na minha prática, é muito comum que a vaginoplastia seja associada a outros procedimentos de cirurgia íntima, para um rejuvenescimento completo da região. As associações mais frequentes incluem:
Sou especializado em todas essas modalidades de cirurgia íntima e tenho o conhecimento, a experiência e a habilidade de oferecer a você um tratamento completo e individualizado.
O pós-operatório da vaginoplastia requer alguns cuidados específicos, mas a recuperação é mais tranquila do que a maioria das pacientes imagina. A dor costuma ser leve a moderada e é bem controlada com analgésicos comuns.
Nos primeiros dias após a cirurgia, é normal apresentar inchaço e sensibilidade na região. Recomendo repouso relativo, evitando esforço físico e longas caminhadas. A higiene local deve ser cuidadosa, e prescrevo pomada de sulfadiazina de prata para prevenir infecções, por se tratar de uma região úmida. Banhos de assento com água morna podem ser recomendados para alívio do desconforto.
Os fios utilizados na vaginoplastia são absorvíveis — tanto na parte interna quanto na externa. Isso significa que eles se dissolvem naturalmente nas semanas seguintes, sem necessidade de retirá-los. Isso proporciona muito mais conforto à paciente durante a recuperação.
A maioria das pacientes retorna às atividades leves — como trabalho de escritório — em cinco a sete dias. Recomendo aguardar pelo menos quatro semanas para retomar atividades físicas intensas e um mínimo de seis a oito semanas para relações sexuais. Esses prazos são individualizados de acordo com a evolução de cada paciente.
Nos primeiros dias e semanas, o inchaço é esperado e vai diminuindo progressivamente. Após dois a três meses, já é possível perceber o estreitamento e a melhora funcional. Considero o resultado final da vaginoplastia entre seis meses e um ano, quando a cicatrização está completamente madura e o tônus muscular definitivo está estabelecido.
Como todo procedimento cirúrgico, a vaginoplastia envolve riscos, embora sejam pouco frequentes quando a cirurgia é realizada por profissionais qualificados e em ambiente hospitalar adequado. Os principais riscos incluem:
Eu e o Dr. Fabio Minotti adotamos todos os cuidados necessários para minimizar esses riscos. Na consulta, discutimos detalhadamente cada aspecto para que você tome uma decisão informada e segura.
A vaginoplastia é muito mais do que uma cirurgia estética. Para muitas mulheres, o estreitamento vaginal representa uma verdadeira recuperação da qualidade de vida íntima. Após gestações e partos vaginais, é natural que os tecidos e músculos da região pélvica sofram distensão. Isso pode impactar diretamente a autoestima, o relacionamento conjugal e o bem-estar emocional.
Na minha experiência, as pacientes que se submetem à vaginoplastia relatam melhora significativa na satisfação sexual — tanto própria quanto do parceiro. A recuperação da firmeza muscular e do tônus vaginal proporciona maior sensibilidade e fricção durante as relações, resgatando sensações que haviam se reduzido ao longo do tempo.
Além do aspecto sexual, a vaginoplastia também pode corrigir problemas funcionais como sensação de peso pélvico, incontinência urinária leve (quando associada a exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico) e desconforto ao usar absorventes internos ou durante atividades físicas.
Recomendo que minhas pacientes realizem sessões de fisioterapia pélvica antes e após a vaginoplastia. No pré-operatório, a fisioterapia ajuda a paciente a reconhecer e fortalecer a musculatura do assoalho pélvico, o que contribui para uma melhor recuperação. No pós-operatório, os exercícios orientados auxiliam na manutenção do resultado cirúrgico a longo prazo, fortalecendo os músculos que foram plicados durante a cirurgia.
A vaginoplastia é indicada para mulheres que já completaram a família, ou seja, que não planejam mais gestações. Isso porque uma nova gestação e parto vaginal podem comprometer o resultado da cirurgia. Pacientes que desejam engravidar futuramente devem aguardar para realizar o procedimento.
Não existe uma idade mínima ou máxima para a vaginoplastia. O importante é que a paciente apresente as indicações clínicas e esteja em boas condições de saúde. Na minha prática, atendo pacientes desde os 30 até os 60 anos ou mais, cada uma com motivações e necessidades diferentes.
As principais contraindicações para a vaginoplastia incluem:
Na consulta, eu e o Dr. Fabio Minotti avaliamos todos esses aspectos e só indicamos a cirurgia quando estamos seguros de que a paciente é uma boa candidata ao procedimento.
É muito comum que pacientes perguntem sobre os tratamentos a laser para rejuvenescimento vaginal. Existem no mercado diversas tecnologias que prometem estreitamento vaginal sem cirurgia — como laser de CO₂ fracionado e radiofrequência. Embora esses tratamentos possam oferecer alguma melhora em casos leves de frouxidão, é importante ter expectativas realistas.
Na minha experiência, os tratamentos a laser são indicados para casos iniciais de frouxidão vaginal, como complemento à fisioterapia pélvica. Para casos moderados a graves — especialmente após múltiplos partos vaginais — a vaginoplastia cirúrgica continua sendo o padrão-ouro, com resultados muito superiores e mais duradouros.
É possível utilizar o laser como tratamento complementar no pós-operatório da vaginoplastia, para otimizar a qualidade da mucosa vaginal e auxiliar na manutenção dos resultados a longo prazo. Avalio cada caso individualmente e oriento a paciente sobre a melhor abordagem.
Como mencionei, é muito comum a associação da vaginoplastia com outros procedimentos de cirurgia íntima. Na minha prática como cirurgião plástico especializado em cirurgia íntima, ofereço um leque completo de opções para o rejuvenescimento genital feminino. Veja as principais associações:
A redução dos pequenos lábios vaginais é uma das associações mais frequentes com a vaginoplastia. Muitas pacientes que procuram o estreitamento vaginal também apresentam hipertrofia dos pequenos lábios, e a correção simultânea proporciona um resultado muito mais harmonioso.
A reconstrução do períneo complementa perfeitamente a vaginoplastia. Cicatrizes de episiotomia e lacerações perineais podem ser corrigidas no mesmo ato cirúrgico, restaurando a anatomia e a estética da região.
A flacidez dos grandes lábios é queixa frequente entre pacientes que buscam rejuvenescimento íntimo. A correção pode ser realizada simultaneamente à vaginoplastia.
Quando os grandes lábios estão murchos e flácidos, o preenchimento com gordura da própria paciente — lipoenxertia — pode restaurar o volume e a juventude dessa região.
O excesso de gordura na região pubiana pode ser tratado com lipoaspiração no mesmo ato cirúrgico, proporcionando um contorno mais elegante.
A queda e a flacidez da região pubiana — comum após emagrecimento significativo — podem ser corrigidas com o lifting, elevando e rejuvenescendo o monte de Vênus.
A cirurgia é realizada sob anestesia, então a paciente não sente dor durante o procedimento. No pós-operatório, o desconforto é leve a moderado e bem controlado com analgésicos comuns. Na minha experiência, a maioria das pacientes relata menos dor do que imaginava. As primeiras 48 a 72 horas costumam ser as mais desconfortáveis, com melhora progressiva nos dias seguintes.
A vaginoplastia leva em média de uma a duas horas. Quando associamos outros procedimentos — como ninfoplastia, perineoplastia ou lipoaspiração pubiana —, o tempo total pode ser maior, mas cada caso é avaliado individualmente.
Recomendo aguardar no mínimo seis a oito semanas após a cirurgia para retomar as relações sexuais. Esse prazo é necessário para que a cicatrização esteja suficientemente madura e os tecidos tenham recuperado sua resistência. Cada caso é avaliado individualmente nas consultas de retorno.
Sim. O estreitamento do canal vaginal e a restauração do tônus muscular proporcionam maior sensibilidade e fricção durante as relações sexuais. Na minha experiência, a grande maioria das pacientes relata melhora significativa na satisfação sexual após a completa recuperação.
Embora a vaginoplastia não impeça uma gestação futura, eu recomendo que a paciente já tenha completado sua família antes de se submeter ao procedimento. Uma nova gestação e parto vaginal podem comprometer significativamente o resultado cirúrgico.
As incisões são feitas internamente, na mucosa vaginal, e na região do períneo. As cicatrizes ficam em áreas naturalmente ocultas e tornam-se praticamente imperceptíveis com a cicatrização completa. Na parte interna, a mucosa vaginal tem excelente capacidade de cicatrização.
A perineoplastia trata especificamente a região do períneo — entre a vagina e o ânus —, corrigindo cicatrizes e restaurando a musculatura perineal. A vaginoplastia é mais abrangente, tratando o estreitamento de todo o canal vaginal. Na minha prática, frequentemente associo os dois procedimentos para um resultado mais completo.
Na vaginoplastia que realizo, trabalho em parceria com o Dr. Fabio Minotti. Ele é o responsável pela parte interna funcional — estreitamento do canal vaginal e plicatura muscular —, enquanto eu cuido da parte estética externa — harmonização da vulva, rejuvenescimento perineal e correção de assimetrias. Essa parceria permite que cada etapa seja realizada por um especialista na área, garantindo o melhor resultado possível.
Recomendo fortemente que minhas pacientes realizem sessões de fisioterapia pélvica tanto antes quanto após a cirurgia. No pré-operatório, a fisioterapia ajuda a paciente a reconhecer a musculatura do assoalho pélvico, o que contribui para melhor recuperação. No pós-operatório, os exercícios auxiliam na manutenção do resultado a longo prazo.
Sim, e isso é muito frequente. Na minha prática, costumo associar a vaginoplastia com ninfoplastia, perineoplastia, redução de grandes lábios, lipoaspiração pubiana e outros procedimentos. Sou especializado em cirurgia íntima e avalio o conjunto da região para oferecer um tratamento completo e harmonioso.
O resultado é duradouro, especialmente quando a paciente não tem novas gestações com parto vaginal. O envelhecimento natural dos tecidos ocorre, mas de forma muito mais lenta. A prática regular de exercícios para o assoalho pélvico (exercícios de Kegel) e sessões periódicas de fisioterapia pélvica ajudam a manter o resultado por muitos anos.
É fundamental que a vaginoplastia seja realizada por profissionais com formação e experiência na área. Procure um cirurgião plástico membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e que tenha experiência comprovada em cirurgia íntima. Na minha prática, tenho mais de 20 anos de experiência e mais de 8.000 cirurgias realizadas, com formação pelo Instituto Ivo Pitanguy e especialização em cirurgia íntima.
Entre em contato com a Clínica Zamarian em Londrina - PR, e agende sua consulta para vaginoplastia e rejuvenescimento íntimo. Atuo em parceria com o Dr. Fabio Minotti para oferecer um tratamento completo — estético e funcional — com total respeito, discrição e profissionalismo.
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