A estética íntima é cada vez mais importante para a autoestima feminina, e na minha experiência, na grande maioria das vezes em que uma paciente se incomoda com algum detalhe de suas partes íntimas, ela tem razão. Se você sente que seus grandes lábios merecem mais volume, o enxerto de gordura autóloga — também chamado de lipoenxertia labial — é a solução que considero mais natural e eficaz.
Grandes lábios com pouco volume deixam a região íntima com um aspecto envelhecido, sem vitalidade. Essa hipotrofia pode ocorrer pelo envelhecimento natural, emagrecimento, predisposição genética ou mesmo após gestações. Além da questão estética, a gordura nos grandes lábios funciona como um coxim protetor para toda a região. O enxerto de gordura é o preenchedor ideal: utilizo a gordura do seu próprio corpo, o que elimina qualquer risco de rejeição ou reação alérgica. O resultado é natural, a gordura não migra, e após a estabilização do enxerto, o resultado é duradouro.
Realizo o enxerto de gordura nos grandes lábios devolvendo o aspecto jovial e a firmeza às suas partes íntimas. O procedimento é rápido, com mínimo desconforto, e pode ser associado a outros tratamentos da região íntima, como a ninfoplastia, a redução de grandes lábios ou a lipoaspiração do monte de Vênus.
Indico o enxerto de gordura nos grandes lábios para pacientes que apresentam perda de volume moderada a acentuada — seja pelo envelhecimento, emagrecimento ou por nunca terem tido volume adequado nessa região. Também é uma excelente opção para corrigir assimetrias entre os grandes lábios. Quando a necessidade de volume é muito pequena, posso utilizar o preenchimento com ácido hialurônico no consultório, sem necessidade de cirurgia.
A avaliação na consulta é decisiva para a escolha do melhor tratamento para o seu caso. Durante o exame, analiso diversos detalhes, incluindo a escolha da área doadora de gordura para o enxerto. Na maioria das vezes, retiro gordura da região infraumbilical (abaixo do umbigo), mas posso utilizar gordura de outras áreas, como flancos ou culotes. Existem regiões cuja gordura não é muito adequada para enxerto, por conter muito tecido conectivo — como a região acima do umbigo —, o que pode causar entupimento da cânula durante a infiltração.
Para a cirurgia de enxerto de gordura nos grandes lábios, solicito os seguintes exames pré-operatórios:
Na maioria das vezes, realizo o enxerto de gordura em conjunto com outro procedimento na região íntima, sendo a ninfoplastia a associação mais frequente. Por esse motivo, opero no hospital, com a paciente sob anestesia geral venosa total, o que confere maior segurança e conforto.
Inicio a cirurgia pela coleta da gordura. Faço uma pequena incisão na pele, de aproximadamente 1 cm, e por meio de uma agulha de Klein, infiltro a área doadora com uma solução de soro fisiológico e adrenalina, para que o sangramento seja mínimo. Após a adrenalina atingir seu efeito vasoconstritor, introduzo uma pequena cânula conectada a uma seringa com vácuo. A gordura é aspirada e a seringa, quando cheia, fica repousando em pé para que a gordura se separe do soro com adrenalina. Descarto o soro e a gordura passa por um processo de homogeneização, preparando-a para a infiltração nos grandes lábios.
A etapa seguinte é a do enxerto propriamente dito: utilizo uma microcânula para infiltrar a gordura nos grandes lábios em múltiplos planos, distribuindo o material de forma uniforme. Em seguida, massageio delicadamente a região para garantir a uniformidade do resultado.
Finalmente, ao atingir o volume desejado, fecho o orifício da área doadora com um ponto e aplico um pequeno curativo com gaze e micropore.
Considero importante salientar que a quantidade de gordura retirada para o enxerto é pequena — cerca de 40 a 60 ml — e praticamente não há mudança no aspecto ou volume da área doadora.
A recuperação do enxerto de gordura nos grandes lábios é rápida e com mínimo desconforto. O inchaço é discreto e dificilmente há necessidade de drenagem linfática ou endermologia na área doadora. Também não é necessário realizar massagens nos grandes lábios após o procedimento.
Recomendo um mês sem atividade física e seis semanas sem relação sexual. A área doadora deve ser protegida do sol por cerca de três meses para evitar manchas.
Todo enxerto de gordura passa por um processo natural de absorção, no qual o organismo reabsorve uma parcela da gordura transplantada — geralmente entre 30% e 50% do volume inicial. É por isso que, durante a cirurgia, já enxerto um volume ligeiramente maior do que o desejado, para compensar essa reabsorção. Com aproximadamente quatro meses, a gordura estabiliza e o resultado pode ser considerado definitivo. É importante saber que a gordura enxertada responde como a área doadora: se você perder peso, o volume dos grandes lábios diminui discretamente, e se ganhar, aumenta. Essa variação costuma ser sutil e não incomoda as pacientes.
Entre em contato e agende sua consulta comigo em Londrina - PR. Tenho especialização internacional em cirurgia íntima e utilizo as técnicas mais modernas para realizar o enxerto de gordura nos grandes lábios com segurança e resultados naturais.
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Cirurgião Plástico em Londrina - PR
Rua Engenheiro Omar Rupp, 186
Londrina - PR
CEP 86015-360
Brasil
Na maioria das vezes, retiro a gordura da região infraumbilical — logo abaixo do umbigo —, pois é uma área com gordura de boa qualidade para enxerto. Também posso utilizar gordura dos flancos ou culotes, dependendo da disponibilidade de cada paciente. Evito regiões como a parte acima do umbigo, onde a gordura contém muito tecido conectivo e pode entupir a cânula durante a infiltração.
Na minha experiência, o resultado é duradouro. Nos primeiros meses, o organismo reabsorve naturalmente entre 30% e 50% da gordura enxertada — e é exatamente por isso que já enxerto um volume ligeiramente maior durante a cirurgia. Após aproximadamente quatro meses, a gordura estabiliza e o resultado pode ser considerado definitivo. É importante saber que a gordura enxertada se comporta como a da área doadora: se você emagrecer, o volume diminui discretamente, e se engordar, aumenta.
Considero este procedimento bastante seguro. Como utilizo gordura do próprio corpo da paciente — chamada gordura autóloga —, não existe risco de rejeição ou reação alérgica. Além disso, realizo a cirurgia no hospital, sob anestesia geral venosa total, o que confere segurança e conforto adicionais.
Sim, e na minha prática essa é a situação mais frequente. A associação mais comum é com a ninfoplastia — a redução dos pequenos lábios. Também posso combinar com a redução de grandes lábios, a lipoaspiração do monte de Vênus ou a prepucioplastia, dependendo das necessidades de cada paciente. Quando realizados em conjunto, os procedimentos proporcionam um resultado mais harmonioso.
O resultado imediato já é visível logo após a cirurgia, mas há inchaço e o volume está aumentado pela compensação que faço. O resultado definitivo aparece por volta de quatro meses, quando a gordura já estabilizou e a reabsorção natural já ocorreu. Recomendo que minhas pacientes aguardem esse período antes de avaliar o resultado final.
Geralmente retiro entre 40 e 60 ml de gordura da área doadora, o que é uma quantidade pequena. Por esse motivo, praticamente não há mudança no aspecto ou volume da região de onde a gordura foi retirada. É uma quantidade suficiente para devolver o volume desejado aos grandes lábios com naturalidade.
A recuperação é rápida e com mínimo desconforto. O inchaço é discreto e dificilmente há necessidade de drenagem linfática ou endermologia na área doadora. Também não é necessário realizar massagens nos grandes lábios após o procedimento. Recomendo um mês sem atividade física e seis semanas sem relação sexual. A área doadora deve ser protegida do sol por cerca de três meses para evitar manchas.
Quando a necessidade de volume é muito pequena, posso utilizar o preenchimento com ácido hialurônico no consultório, sem necessidade de cirurgia. Porém, para perdas de volume moderadas a acentuadas, indico o enxerto de gordura, que oferece resultado mais natural e duradouro. A gordura autóloga é o preenchedor ideal: não migra, não causa rejeição e, após a estabilização, o resultado é definitivo.
Realizo o procedimento sob anestesia geral venosa total, então a paciente não sente absolutamente nada durante a cirurgia. No pós-operatório, o desconforto é mínimo e facilmente controlado com medicação analgésica comum. Na minha experiência, as pacientes relatam muito menos dor do que imaginavam antes da cirurgia.
Solicito hemograma completo, coagulograma (TAP com INR e KPTT), ureia, creatinina, glicemia de jejum, proteínas totais e frações, vitaminas D e C, urina I, eletrocardiograma e risco cirúrgico com avaliação cardiológica. Esses exames são fundamentais para garantir a segurança do procedimento e identificar qualquer condição que precise de atenção antes da cirurgia.
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