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Perguntas Frequentes
Qual a principal diferença entre enxerto de gordura e preenchimento com ácido hialurônico?
O enxerto usa tecido vivo do próprio paciente — é natural e, em grande parte, permanente. O ácido hialurônico é um produto sintético que se integra temporariamente aos tecidos, sendo absorvido em 6 a 18 meses. Para perdas de volume significativas e rejuvenescimento facial duradouro, o enxerto é geralmente superior.
Quando o preenchimento é mais indicado do que o enxerto de gordura?
O preenchimento é excelente para correções rápidas e pontuais, para quem não quer passar por cirurgia, ou para ajustes finos após um enxerto. Também é útil para testar o resultado antes de decidir por um procedimento definitivo. Para jovens com perda de volume mínima, pode ser a opção mais adequada.
Posso combinar os dois procedimentos?
Sim, e faço isso com frequência. O enxerto de gordura pode tratar as perdas volumétricas maiores de forma permanente, e o preenchimento pode fazer ajustes finos posteriores em áreas específicas. A combinação racional dos dois oferece resultados muito precisos e naturais.
Existe risco de rejeição no enxerto de gordura?
Não — como utilizamos gordura do próprio paciente, não há risco de rejeição imunológica. Esse é um dos grandes benefícios do procedimento em relação a materiais sintéticos. O risco existente é de absorção parcial, o que é esperado e previsto no planejamento.
Qual procedimento tem maior risco de irregularidades?
Ambos podem causar irregularidades se mal executados. No preenchimento, o risco é de nódulos ou efeito Tyndall. No enxerto, é de distribuição irregular da gordura. Com técnica apurada — nanofat, injeção retrógrada em micropartículas — minimizo muito esses riscos no enxerto. No preenchimento, a hialuronidase pode dissolver o produto em caso de problemas.
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