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Rinoplastia em Londrina

Você pode ter um nariz lindo e atraente, e ainda respirar melhor com a rinoplastia.

Por Dr. Walter Zamarian Jr. · Atualizado: 17/02/2026

O que é a rinoplastia?

Realizo a rinoplastia estruturada como minha técnica principal há mais de vinte anos em Londrina, e posso afirmar que ela revolucionou a forma como operamos o nariz. Na técnica tradicional redutora, o cirurgião simplesmente retirava osso e cartilagem para diminuir o nariz, o que frequentemente resultava em estruturas enfraquecidas, pontas que caíam com o tempo e dorsos que entortavam. Na rinoplastia estruturada, o raciocínio é completamente diferente: em vez de apenas remover, reconstruo a arquitetura nasal utilizando enxertos de cartilagem do próprio paciente, geralmente retirados do septo. Esses enxertos funcionam como vigas de sustentação, reposicionados nos pontos estratégicos para dar forma, projeção e estabilidade ao nariz. O resultado é um nariz que mantém sua forma por toda a vida, sem aquele aspecto operado que marcava a rinoplastia antiga. Essa abordagem exige maior domínio técnico, mas garante resultados superiores em longo prazo.

Rinoplastia é o nome dado à cirurgia plástica do nariz. O objetivo é melhorar o nariz tanto do ponto de vista estético (aparência) quanto funcional (respiração nasal).

O nariz ocupa o centro do rosto. Ele define o equilíbrio e a harmonia da face inteira. Quando está desproporcional ou inestético, acaba chamando toda a atenção para si. Isso afeta diretamente a autoestima. Vejo isso todos os dias no meu consultório: pessoas que evitam fotos, que se sentem desconfortáveis em público, que gostariam de mudar algo no nariz há anos.

A boa notícia é que qualquer melhora no formato e no tamanho do nariz pode causar um impacto enorme na confiança de uma pessoa. Esse é um dos aspectos que mais me motivam a realizar rinoplastias.

A cirurgia plástica de nariz é desafiadora. Cada paciente tem uma anatomia diferente, e isso exige um planejamento específico para cada caso. Não existe receita pronta. Por isso, dedico tempo na consulta para entender exatamente o que precisa ser feito no seu nariz.

Na minha clínica em Londrina, realizo a rinoplastia de forma completa: remodelar o dorso, refinar a ponta, ajustar as narinas e, quando necessário, corrigir desvio de septo, hipertrofia dos cornetos e problemas nas válvulas nasais interna e externa. Ou seja, cuido tanto da estética quanto da função respiratória na mesma cirurgia.

Para que serve a rinoplastia?

Realizo a rinoplastia para:

  • Diminuir o nariz;
  • Afinar o nariz;
  • Afinar a ponta;
  • Levantar a ponta do nariz;
  • Desentortar o nariz;
  • Aumentar o nariz;
  • Melhorar assimetrias do nariz;
  • Respirar melhor.

Quem deve fazer a sua rinoplastia?

A rinoplastia deve ser realizada em centro cirúrgico por um profissional com conhecimento profundo da anatomia e fisiologia nasais. Eu sou cirurgião plástico e me especializei tanto na parte estética quanto na funcional do nariz. Fiz treinamentos específicos nos Estados Unidos justamente para poder oferecer uma abordagem completa, sem precisar dividir a cirurgia com outro profissional.

Ao escolher seu cirurgião, verifique a formação, converse com pacientes anteriores, leia depoimentos e assista a vídeos sobre o trabalho dele. Na consulta, faça todas as perguntas que quiser. Procure entender a filosofia de trabalho e observe se os resultados apresentados agradam a você.


O que ninguém te conta sobre a rinoplastia

Aqui você vai encontrar tudo sobre a rinoplastia, com detalhes que fiz questão de compartilhar, baseado em mais de vinte anos de experiência operando narizes. Esta é uma das páginas mais completas em português sobre o tema. Você vai aprender o que precisa saber para tomar sua decisão com segurança - e muito mais. Se preferir um resumo, preparei um vídeo sobre rinoplastia logo abaixo.



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Rinoplastia em Londrina com Dr. Walter Zamarian Jr.

Rinoplastia natural

Meu maior compromisso é com o resultado natural. Quero que as pessoas comentem que você está diferente, mais bonita ou bonito, que perguntem se você fez algo no cabelo - mas não percebam que foi uma cirurgia no nariz. Esse é o tipo de resultado que busco em cada rinoplastia que realizo.


Especializado em rinoplastia estética e funcional

Na minha prática de rinoplastia em Londrina, não me contento com um nariz apenas bonito. Opero sempre com uma abordagem dupla: estética e funcional. Me especializei nos Estados Unidos justamente para dominar os quatro pilares da respiração nasal — septo, cornetos, válvula nasal interna e válvula nasal externa — e poder cuidar de tudo em uma única cirurgia. Quando um paciente chega ao meu consultório reclamando do formato do nariz, avalio também como ele respira. Muitos descobrem na consulta que têm desvio de septo ou hipertrofia de cornetos sem saber. Na rinoplastia estruturada, utilizo enxertos como o spreader graft para abrir a passagem de ar enquanto refino o dorso e a ponta. Assim, o paciente sai da cirurgia com um nariz harmônico, proporcional ao rosto e que respira significativamente melhor do que antes. Essa integração entre estética e função é o que diferencia meu trabalho.

Me especializei nos Estados Unidos, sob a orientação dos melhores cirurgiões de nariz do mundo, em rinoplastia estética e funcional. Não me contento apenas com um nariz bonito: quero que você também respire melhor. Por isso, abordo os quatro pilares da respiração nasal durante a rinoplastia: septo, cornetos, válvula nasal interna e válvula nasal externa.


As funções do nariz

O nariz não serve apenas para a aparência. Ele é responsável pela respiração, umidificação e filtragem do ar, regulação de temperatura e olfato. Todas essas funções precisam ser preservadas durante uma rinoplastia. Por isso, sempre levo em consideração o septo, os cornetos e as válvulas nasais interna e externa - estruturas que influenciam diretamente no fluxo de ar.

Septo nasal

O septo nasal é uma estrutura perpendicular, como uma parede, composta por uma parte cartilaginosa e uma parte óssea (ossos vômer e etmoide). Ele divide o nariz ao meio, em duas fossas nasais. O ar passa de forma laminar de cada lado do septo. Qualquer desvio pode alterar esse fluxo e causar aumento dos cornetos. A cirurgia indicada para corrigir isso é a septoplastia. A boa notícia é que posso associar a septoplastia à rinoplastia na mesma cirurgia - o que chamamos de rinosseptoplastia. Dessa forma, cuido da estética e da função respiratória ao mesmo tempo.

Cornetos ou turbinas nasais

Os cornetos ou turbinas nasais, são lâminas ósseas curvas, como uma elevação lateral de cada parede da cavidade nasal, recobertas de mucosa, que se destacam da face interna do etmóide e fazem saliência pela parte externa das fossas nasais. Têm importante papel no sistema respiratório, no sistema imunológico e no olfato dos seres humanos. Existem dois tipos de cornetos: os cornetos constantes que compreendem corneto inferior, médio e superior e os cornetos inconstantes que compreendem corneto de Santorini e corneto de Zuckerkandl.

O corneto inferior é o maior corneto dentre os três, sendo o responsável pela umidificação, temperatura e filtragem do ar que entra por nosso nariz. Além disso, o corneto inferior tem o maior impacto de resistência ao fluxo de entrada de ar no nariz, podendo ser responsável por até dois terços dessa resistência. O corneto médio é o intermediário, que protege os seios nasais de entrarem em contato direto com a corrente de ar. Por fim, o corneto superior é uma estrutura menor, que está ligada ao corneto médio por terminação nervosa e é responsáveis pela proteção dos bulbos olfatórios.

As mucosas que recobrem os cornetos sofrem um ciclo de expansão e contração mediado pelo sistema nervoso autônomo. As alterações de tamanho (hipertrofia) ocorrem com frequência na rinite alérgica, rinite vasomotora e em casos de corneto buloso. Quando necessário, trato os cornetos durante a própria rinoplastia, seja por turbinoplastia (reposicionamento) ou turbinectomia (remoção parcial ou total).

Válvulas nasais interna e externa

A válvula nasal constitui um importante regulador da dinâmica do fluxo aéreo, e se divide em válvula nasal interna e válvula nasal externa.

A válvula nasal interna é o ângulo formado entre o septo e a margem anterior da cartilagem triangular. Preservar essa válvula é fundamental para evitar o colapso das asas do nariz durante a inspiração. Quando o paciente já chega com essa queixa, utilizo um enxerto de cartilagem chamado spreader graft para abrir a passagem de ar.

A válvula nasal externa fica na entrada do nariz. Pode estar obstruída por cartilagens alares enfraquecidas (às vezes por uma cirurgia prévia), perda de pele vestibular ou estreitamento cicatricial. O tratamento depende de cada caso, e avalio a melhor abordagem durante a consulta.

Tipos mais comuns de nariz no meu consultório

Nariz de batata (ponta bulbosa)

O nariz de batata leva esse nome porque as pessoas associam o formato da ponta ao de uma batata. É também conhecido por nariz com ponta bulbosa e o seu tratamento está detalhado mais abaixo.

Nariz largo

O nariz pode apresentar o dorso largo. Avalio isso palpando os ossos do nariz na consulta. O tratamento consiste na fratura (osteotomia), que aproxima as paredes laterais do nariz, estreitando-o.

Nariz grande

O nariz pode estar aumentado em todas as dimensões: dorso alto, largo, comprido, ponta larga e narinas abertas. Nesses casos, reduzo o nariz nas três dimensões, tomando todo o cuidado para preservar a respiração.

Nariz torto ou com desvio

O nariz pode ter um desvio no dorso ou na ponta. Nariz torto incomoda muito esteticamente, e a cirurgia costuma dar excelentes resultados, melhorando de 90 a 100% do desvio. Geralmente ocorre em conjunto com desvio de septo, que trato na mesma cirurgia.

Nariz adunco

Esse termo era muito utilizado antigamente, mas está caindo em desuso. O que não está desaparecendo são os casos de nariz adunco nos consultórios de especialistas em rinoplastia. Características: Dorso alto e curvado para baixo, com a ponta caída, muito comum em descendentes de italianos.

Nariz negroide

O nariz de afrodescendente pode ser, resumidamente: curto, largo, com dorso baixo, com ponta baixa e larga, sem sustentação de ponta e com narinas. abertas. Leia mais abaixo no tópico sobre etnia.

Nariz com ponta caída

Essa é certamente uma das queixas mais comuns, juntamente com queixas de ponta larga. Ninguém deseja ter uma ponta nasal caída, e a maioria tem medo de operar por não querer parecer que ficou com nariz de porquinho.


Queixas comuns

Tamanho do nariz

Quando opero um nariz grande, reduzo nas três dimensões para manter a harmonia com a face. Na maioria das vezes, o problema é um dorso alto e comprido. Quando abaixo o dorso, o nariz passa a parecer proporcionalmente mais longo. É por isso que quase sempre preciso encurtá-lo, levantando também a ponta nasal.

Ponta bulbosa (ou larga)

A ponta bulbosa é umas das mais frequentes queixas de nariz em um consultório de cirurgia plástica. Os pacientes sentem-se incomodados com o famoso "nariz de batatinha" e desejam ver sua ponta nasal afinada e mais delicada. Para se afinar o nariz, existem algumas manobras, como:

  • Retirada parcial do terço cefálico das cartilagens alares;
  • Estruturação da ponta;
  • Enxerto de cartilagem alar na ponta
  • Sutura do dômus;
  • Desengorduramento leve da ponta, quando necessário.

Ponta caída

A estética natural do nariz diz que a ponta deve ter uma projeção mais alta que o dorso nasal. Quando isso não ocorre, diz-se que o nariz tem a ponta caída, ou seja, mais baixa que o dorso. Isso pode ser devido a um dos dois (ou os dois) motivos: dorso muito alto ou ponta muito baixa, ambos corrigíveis pela cirurgia. No caso de dorso muito alto, o tratamento é abaixamento de dorso com escopro e/ou raspas. Quando a ponta está muito baixa, esta pode ser somente suturada mais alta após encurtamento do septo caudal (mais frequente), ou sustentada com uma estaca de cartilagem na columela.

Desvios nasais

Trato os desvios com abaixamento de dorso e fratura, juntamente com o reposicionamento do septo, quando necessário. Nos desvios que envolvem a ponta, libero o septo da columela e posso realizar incisões relaxantes na parte alta do septo caudal, do lado côncavo. Em alguns casos, realizo a rinosseptoplastia completa para retificar o septo e tratar o desvio nasal de forma adequada.

Narinas abertas

Posso fechá-las retirando um pequeno segmento na parte inferior e lateral. Uso um compasso para medir as narinas e garantir que a retirada seja simétrica. As cicatrizes ficam posicionadas de forma praticamente imperceptível.

Rinite alérgica

A rinite alérgica é uma condição em que a mucosa nasal apresenta uma hiper-reatividade, causando prurido (coceira), esternutação (espirros), olfato ruim, cefaléia (dores de cabeça) e coriza (nariz escorrendo). A rinoplastia não melhora e nem piora a rinite alérgica. Essa condição pode melhorar ao evitarmos agentes como poeira, pelos, cortinas, tintas, inseticidas e perfumes, ou com tratamento local (tópico) com cromoglicato de sódio ou corticoide em spray, por exemplo.

Tipos de rinoplastia

Rinoplastia fechada

Técnica desenvolvida por Joseph no início do século XX, na qual a rinoplastia é realizada sem cortes externos. Toda a cirurgia é feita por dentro do nariz. Embora ainda tenha indicações específicas, tem cedido espaço à rinoplastia aberta, que permite melhor visualização, definição mais precisa da ponta e maior capacidade de estruturar o nariz com enxertos de cartilagem.

Rinoplastia aberta

Nessa técnica, faço uma pequena incisão na columela, que me permite expor quase todo o nariz. Isso possibilita uma abordagem completa de tudo o que precisa ser feito. Tem sido cada vez mais difundida porque oferece melhores resultados na maioria dos casos, especialmente quando utilizo muitos enxertos de cartilagem.

Rinoplastia estética

Tem o objetivo de melhorar o aspecto do nariz, deixando-o mais atraente e harmonioso com o rosto. Sempre que possível, associo a parte funcional na mesma cirurgia.

Rinoplastia funcional

Foca em melhorar a respiração nasal. Abordo septo, cornetos e válvulas nasais internas e externas. Na minha prática, raramente faço uma sem a outra.

Rinoplastia reparadora ou reconstrutiva

Nessa cirurgia, procuro dar o formato mais natural possível ao nariz de pessoas que nasceram com alguma deformidade ou que sofreram trauma com perda de estrutura nasal.

Rinoplastia redutora

É a técnica mais antiga de cirurgia de nariz. Nela, apenas se remove osso e cartilagem para diminuir o nariz. Não há reforço da estrutura interna. Com o tempo, a falta de sustentação pode causar problemas: a ponta pode cair, o dorso pode entortar e a respiração pode piorar. Hoje, essa técnica isolada é pouco utilizada pelos melhores especialistas em rinoplastia.

Rinoplastia estruturada

É a técnica mais moderna e a que eu mais realizo. Em vez de apenas reduzir, reconstruo e reforço toda a estrutura do nariz com enxertos de cartilagem do próprio paciente. A cartilagem pode ser retirada do septo nasal ou, quando necessário, de uma costela. O resultado é mais bonito, mais natural e muito mais duradouro. Além disso, permite melhorar a respiração ao mesmo tempo. Mais de 90% dos pacientes relatam alta satisfação com a rinoplastia estruturada, segundo a literatura médica atual.

Rinoplastia com enxerto de cartilagem de costela

Em alguns casos, a cartilagem do septo não basta para todos os enxertos necessários. Isso acontece mais em pacientes que já operaram o nariz antes ou que precisam de reconstruções mais amplas. Nesses casos, retiro um pequeno pedaço de cartilagem de uma costela. É um material abundante, resistente e que me permite criar vários tipos de enxertos a partir de uma única peça.

Rinoplastia secundária ou revisional

A primeira rinoplastia de uma pessoa é chamada de rinoplastia primária. A segunda, rinoplastia secundária. A terceira, rinoplastia terciária e assim por diante. Em todo o caso onde se deseja melhorar algo deixado pela rinoplastia primária, trata-se de uma revisão de rinoplastia, ou uma rinoplastia revisional. A rinoplastia secundária, terciária, etc., menos a primária, são todas elas rinoplastias revisionais.

Rinoplastia de nariz fraturado

Trata-se de uma rinoplastia mais simples, onde se procura restabelecer o formato que era do nariz antes de ter sido quebrado por um trauma. Não tem a pretensão de corrigir todos os defeitos estéticos de nariz, mas procura melhorar desvios causados pela fratura.


Minha técnica: a rinoplastia estruturada

A rinoplastia estruturada é a técnica que mais realizo hoje. Em vez de apenas reduzir o nariz, reconstruo e reforço toda a estrutura nasal por dentro, usando enxertos de cartilagem do próprio paciente.

Pense no nariz como uma casa. A rinoplastia redutora (a técnica antiga) tira paredes e vigas para diminuir a casa. Pode funcionar no início, mas com o tempo a estrutura enfraquece. Partes podem ceder. Já a rinoplastia estruturada remodela a casa por dentro. Coloca vigas de sustentação nos pontos certos. O resultado? Uma casa mais bonita, mais forte e que resiste por muitos anos.

É por isso que estruturo cada nariz que opero. Meu objetivo é que o resultado fique lindo não apenas no primeiro mês, mas por toda a vida.

Por que a rinoplastia estruturada dá resultados melhores?

A diferença está na forma de pensar a cirurgia. A técnica redutora tira tecido do nariz para diminuí-lo. O problema é que, ao longo dos anos, a cicatrização e o envelhecimento podem mudar o formato do nariz. Sem sustentação, a ponta pode cair, o dorso pode entortar e a passagem de ar pode ficar comprometida.

A rinoplastia estruturada funciona de outro jeito. Ela reforça o esqueleto do nariz com enxertos de cartilagem. Esses enxertos atuam como pilares que mantêm o nariz firme na posição certa. Veja as vantagens:

  • Resultado mais estável ao longo dos anos, sem deformidades tardias;
  • Aparência mais natural, sem o aspecto de "nariz operado";
  • Melhora significativa da respiração nasal;
  • Menor chance de precisar de uma segunda cirurgia;
  • Pode ser feita a partir dos 15 anos, em qualquer época do ano;
  • É individualizada para a etnia e anatomia de cada paciente;
  • Pode ser associada a outras cirurgias, como a mentoplastia (cirurgia do queixo) ou o lifting facial, melhorando o perfil facial;
  • Não exige repouso prolongado no pós-operatório.

Estudos recentes publicados em revistas científicas internacionais mostram que mais de 90% dos pacientes ficam satisfeitos com os resultados da rinoplastia estruturada. A taxa de revisão é bem menor do que na técnica redutora.

De onde vem a cartilagem para os enxertos?

Os enxertos usados na rinoplastia estruturada são feitos com cartilagem do próprio paciente. Isso é muito importante. Como o material vem do seu corpo, não existe risco de rejeição. A cartilagem se integra naturalmente ao nariz.

Trabalho principalmente com duas fontes:

Cartilagem do septo nasal

Essa é a primeira escolha. O septo é a parede que divide o nariz ao meio. Ele possui cartilagem em quantidade suficiente para ser colhida sem prejudicar a sustentação do nariz. É o material ideal: reto, firme e fácil de esculpir nos formatos necessários. Na maioria das rinoplastias primárias (a primeira cirurgia), a cartilagem do septo é suficiente para todos os enxertos.

Cartilagem de costela

Em alguns casos, a cartilagem do septo não é suficiente. Isso acontece quando:

  • O paciente já operou o nariz antes e o septo já foi utilizado;
  • Há necessidade de uma reconstrução mais extensa;
  • O nariz precisa de muita sustentação ou aumento de dorso;
  • O septo cartilaginoso é naturalmente pequeno.

Nesses casos, retiro um pequeno pedaço de cartilagem de uma costela. A coleta é feita por uma incisão pequena, que deixa uma cicatriz discreta. A cartilagem costal é abundante, resistente e me permite criar diversos enxertos a partir de uma única peça. A recuperação da área doadora é rápida. Pode haver um leve desconforto na região da costela por alguns dias, mas não costuma ser significativo.

Os enxertos na rinoplastia estruturada

Cada nariz é diferente. Por isso, combino diferentes tipos de enxertos de acordo com a necessidade de cada paciente. Conheça os principais:

Spreader graft

É um dos enxertos mais importantes da rinoplastia estruturada. Consiste em uma tira fina de cartilagem colocada de cada lado do dorso nasal, entre o septo e as cartilagens laterais superiores.

Para que serve:

  • Manter o nariz reto e alinhado no centro da face;
  • Abrir a válvula nasal interna, melhorando a passagem do ar;
  • Evitar o pinçamento do dorso, que dá aparência de nariz operado;
  • Reforçar a estrutura do dorso após o abaixamento.

Os enxertos podem ser retirados do septo ou da cartilagem costal. Aprendi a técnica de colocação de spreader graft tanto na rinoplastia aberta quanto na fechada nos Estados Unidos, com o Dr. Ali Sajjadian (Califórnia) e o Dr. Dean Toriumi (Chicago). Essa técnica por via fechada ainda é pouco difundida no Brasil. Desde que passei a associar o spreader graft ao tratamento dos cornetos, meus pacientes percebem grande melhora na respiração já na primeira semana, mesmo com o nariz ainda inchado.

Septal extension graft

Esse enxerto dá sustentação firme à ponta do nariz. É um pedaço de cartilagem posicionado na vertical, como uma extensão do septo nasal. Ele é fixado na espinha nasal anterior (na base) e entre os spreader grafts (no topo).

Para que serve:

  • Levantar a ponta do nariz de forma duradoura;
  • Dar projeção à ponta, ideal para quem tem nariz achatado ou sem sustentação;
  • Abrir o ângulo entre o nariz e o lábio, deixando o perfil mais harmonioso;
  • Manter a ponta firme no lugar, sem risco de cair com o tempo.

É especialmente indicado quando os tecidos do nariz são pesados ou quando a ponta precisa de sustentação robusta. Esse enxerto é realizado na rinoplastia aberta.

Enxerto em estaca na columela (strut)

A columela é a parte entre as narinas, que sustenta a ponta do nariz. O enxerto em estaca é um pequeno bastão de cartilagem colocado entre as duas cartilagens da ponta, dentro da columela. É fixado com fios absorvíveis de PDS.

Para que serve:

  • Dar sustentação leve a moderada à ponta;
  • Melhorar a projeção da ponta de forma sutil;
  • Reforçar a estrutura da columela.

É uma opção mais discreta que o septal extension graft. Funciona bem quando a ponta precisa de reforço, mas não de sustentação máxima. Pode ser feito tanto na rinoplastia aberta quanto na fechada.

Enxerto de cartilagem em radix

O radix é a raiz do nariz, a parte mais alta, perto das sobrancelhas. Em alguns pacientes, essa região é baixa demais. Se a rinoplastia fosse feita a partir dessa altura, todo o nariz ficaria rebaixado.

Para resolver isso, utilizo pedacinhos de cartilagem picada, colocados dentro de uma seringa e injetados no radix. Depois, modelo o material no lugar. É como um preenchimento, mas feito com cartilagem em vez de ácido hialurônico. Após a cicatrização, o enxerto se consolida e fica até mais firme que a cartilagem original. O resultado é bastante duradouro.

Enxerto para elevar o dorso

A mesma técnica de cartilagem picada usada no radix pode ser aplicada ao longo de todo o dorso nasal. É uma forma segura de aumentar a altura do nariz em pacientes com dorso baixo, como em alguns narizes negroides, asiáticos ou em casos de rinoplastia secundária onde o dorso foi abaixado em excesso.

Enxerto de cartilagem alar na ponta

Quando a ponta precisa de mais definição, posiciono um pequeno enxerto de cartilagem na ponta, na horizontal. Esse enxerto é feito com a cartilagem retirada das próprias cartilagens alares do paciente durante o refinamento da ponta. Nada é desperdiçado.

Para que serve:

  • Projetar a ponta para frente, com mais definição;
  • Suavizar assimetrias entre as cartilagens da ponta;
  • Controlar onde será o ponto de maior projeção.

Fechada ou aberta? Realizo ambas

Domino as duas técnicas e escolho a melhor para cada caso.

Na rinoplastia fechada, todas as incisões são feitas por dentro do nariz. Não há cicatrizes externas. A recuperação tende a ser um pouco mais rápida.

Na rinoplastia aberta, há uma pequena incisão na columela. Isso me permite ver toda a estrutura do nariz com clareza. É a técnica preferida quando o caso exige muitos enxertos ou trabalho complexo na ponta.

Em ambas as técnicas, faço a estruturação completa do nariz. Minha formação combina os ensinamentos do Professor Ivo Pitanguy no Brasil com o treinamento junto aos Drs. Dean Toriumi e Ali Sajjadian nos Estados Unidos - referências mundiais em rinoplastia estruturada. Cada um contribuiu para a abordagem que pratico hoje, unindo resultado estético natural com a melhor função respiratória possível.

Eu estruturo todos os narizes que opero. Antes, a rinoplastia era feita apenas tirando. Hoje, reconstruo. O nariz fica mais bonito, respira melhor e o resultado dura a vida inteira.

Rinoplastia estruturada vs aberta vs fechada: comparação de técnicas

Pacientes frequentemente me perguntam qual a melhor técnica de rinoplastia. Esta tabela resume as principais diferenças que explico na consulta em Londrina:

Critério Estruturada (Dr. Zamarian) Aberta Convencional Fechada Redutora (antiga)
Princípio Reconstruir e reforçar com enxertos Visualização direta, pode ou não estruturar Sem cortes externos, acesso limitado Apenas remover osso e cartilagem
Enxertos de cartilagem Sim (septo ou costela) Variável Limitado pelo acesso Não utiliza
Correção funcional Septo + cornetos + válvulas (4 pilares) Possível, depende do cirurgião Limitada Pode piorar a respiração
Durabilidade do resultado Para toda a vida Boa, mas pode sofrer alterações Variável Frequente deterioração com o tempo
Naturalidade Alta (preserva e reconstrói anatomia) Boa Boa para casos simples Risco de aspecto operado
Cicatriz visível Mínima na columela (imperceptível) Mínima na columela Nenhuma externa Variável
Satisfação (literatura) >90% ~85% ~80% ~70% (maior taxa de revisão)
Rinoplastia revisional Ideal para corrigir cirurgias anteriores Possível Difícil pela limitação de acesso Frequentemente necessita revisão

Escolhi a rinoplastia estruturada como minha técnica principal porque, na minha experiência de mais de vinte anos, ela oferece os resultados mais naturais, duradouros e previsíveis para meus pacientes em Londrina e de todo o Brasil.

Indicações da cirurgia plástica de nariz

Tanto em homens quanto em mulheres, indico a rinoplastia a partir dos 15 anos. Nessa idade, as estruturas óssea e cartilaginosa do nariz e da face já estão praticamente desenvolvidas. Operar antes disso pode prejudicar o crescimento do terço médio da face. Além da idade, é importante que o paciente esteja preparado emocionalmente para lidar com a mudança de aparência.

Se seu nariz parece muito grande ou pequeno demais para o seu rosto, se é torto ou assimétrico, se tem uma giba no dorso ou é achatado (nariz em sela), se a ponta é bulbosa, caída ou muito larga, se as narinas são abertas demais, com ou sem dificuldade para respirar - você é um bom candidato para a rinoplastia. Esses são apenas alguns exemplos. Se você sente qualquer incômodo com a aparência ou função do seu nariz, agende uma consulta na minha clínica em Londrina e vou avaliar o que posso fazer por você.


Rinoplastia feminina

O nariz feminino permite um ângulo columelolabial mais aberto, entre 90 e 114 graus, e um dorso reto ou levemente curvado. Ou seja, o nariz feminino pode ser um pouco mais empinado ou arrebitado que o masculino, e também um pouco mais curto, trazendo delicadeza ao rosto. Mesmo encurtando ou levantando a ponta, nunca exagero. Não faço nariz de porquinho. Em toda a minha carreira, nunca tive uma única queixa de paciente achando que o nariz ficou empinado demais ou com as narinas muito expostas.


Rinoplastia masculina

O rosto masculino pede um nariz mais reto, com ângulo columelolabial em torno de 90 graus. Posso projetar a ponta para a frente e sustentá-la com enxertos, mas o nariz masculino não deve ficar curto ou empinado como pode o da mulher. O objetivo é melhorar a harmonia facial sem deixar o nariz delicado demais. Prezo por resultados naturais, tanto para a mulher quanto para o homem, respeitando as características de cada um.

Fatores para o sucesso de uma rinoplastia

Existem alguns fatores básicos que levo em consideração para obter o melhor resultado possível em cada rinoplastia.

Análise nasofacial

Antes de qualquer rinoplastia, faço uma avaliação meticulosa do nariz e da face. Preciso entender perfeitamente a estrutura que vou trabalhar, esculpir e modelar. Além da estética, me baseio em proporções matemáticas como os terços da face e ângulos da anatomia facial. Isso me permite prever com mais precisão como o nariz vai ficar em relação ao rosto de cada paciente. A partir dessa análise, começo a traçar o plano operatório da sua rinoplastia.

Plano operatório

Na consulta, explico quais correções são possíveis e quais técnicas pretendo usar. Depois de discutir o caso com você, traço o plano operatório ideal para o seu nariz. Sigo esse plano rigorosamente durante a cirurgia - a única exceção é quando algo inesperado exige uma adaptação no momento. Levo comigo para o centro cirúrgico todo o planejamento, junto com suas fotos padronizadas e a ficha completa, para garantir a máxima precisão durante a cirurgia.

Anatomia favorável

Na primeira consulta, já consigo perceber, pela anatomia do seu nariz, quais manobras serão necessárias e quais resultados são possíveis. Existem limites para o que a cirurgia pode fazer, e sou sempre honesto sobre isso. Se a anatomia não favorece o resultado que você sonha, prefiro explicar a realidade do que prometer algo que não posso entregar. Meu papel é mostrar as possibilidades máximas de modificação e, quando necessário, apresentar alternativas que respeitem sua estrutura nasal e preservem sua saúde.

Análise crítica

A rinoplastia é uma das cirurgias mais desafiadoras da cirurgia plástica. Não basta pensar apenas na estética: preciso analisar criticamente o que cada modificação vai causar na estrutura e na função do nariz. É uma relação de causa e efeito. Cada mudança gera consequências, que podem ser positivas ou negativas. Os bons resultados vêm da combinação de análise prévia detalhada, plano operatório bem traçado e anatomia favorável.

Experiência e habilidade do cirurgião plástico

A experiência e habilidade do cirurgião são fundamentais. Ao longo de mais de vinte anos, venho me atualizando constantemente em congressos nacionais e internacionais. Fiz minha residência em cirurgia plástica com o Professor Ivo Pitanguy no Rio de Janeiro, onde o acompanhei em centenas de cirurgias durante três anos. Estudei anatomia a fundo e me especializei em análise facial. Recebo pacientes de diversas partes do Brasil e do mundo na minha clínica em Londrina. Se você quer saber mais sobre a rinoplastia, agende uma consulta e teremos uma conversa detalhada sobre o seu caso.

Abordagem completa do nariz, tanto estética quanto funcional

Antigamente, a cirurgia estética do nariz era separada da funcional. O cirurgião plástico cuidava da aparência e o otorrino, da respiração. Durante muitos anos, trabalhei assim. Mas percebi que, para fazer os enxertos da rinoplastia estruturada, eu precisava ter controle total sobre o septo e as cartilagens. Então fiz um treinamento nos Estados Unidos especificamente para dominar a parte funcional. Hoje, faço o plano cirúrgico completo - estético e funcional - para que uma abordagem não atrapalhe a outra. O resultado? Um nariz bonito que também respira muito bem.

Rinoplastia étnica

Hoje, a rinoplastia étnica é uma das áreas que mais cresce. O desafio é maior: preciso respeitar as características de cada etnia, corrigindo apenas o necessário. Fazer narizes iguais, como uma produção em massa, é coisa do passado. Mesmo os pacientes que desejam mudanças querem manter sua identidade. Querem um nariz melhor, mas que ainda pareça o nariz deles. Por isso, mantenho algumas características intactas enquanto melhoro o que incomoda.

Nariz negroide e o indiano

O nariz de afrodescendentes e o indiano normalmente apresentam dorso baixo (ou selado), ponta bulbosa, narinas abertas e pouca sustentação na ponta. Para tratar, elevo o dorso com enxerto e fratura, afino a ponta com sutura de dômus e retirada parcial de cartilagens alares, defino a ponta com enxerto de cartilagem alar, e finalizo com um enxerto na columela para dar sustentação. O nariz indiano costuma ter o radix baixo, precisando de pequenos enxertos de cartilagem para preencher a depressão. Já o nariz negroide tende a ter o dorso todo baixo, podendo necessitar de mais cartilagem.

Nariz asiático

Da mesma forma que o nariz negroide, o dorso do nariz asiático precisa ser elevado com enxerto e fratura. Posso diminuir um pouco as narinas e melhorar a definição de ponta com as manobras descritas. Por vezes, utilizo enxerto de cartilagem para definição da ponta e na columela para sustentação.

Nariz árabe ou libanês

É muito característico dessa etnia ter uma grande elevação de dorso (giba) e uma ponta arredondada e caída. Realizo manobras para uniformizar o dorso, abaixando-o, e rotacionar a ponta para cima ao mesmo tempo. Afino a ponta tratando as cartilagens alares, suturando o dômus e fazendo enxerto de cartilagem alar. O nariz passa a ser mais proporcional à face do paciente.

Nariz italiano

Peculiaridades como dorso alto com giba e ponta desproporcional fazem o nariz italiano receber tratamento semelhante ao do nariz árabe ou libanês. Respeito sempre as características individuais de cada paciente, mantendo a naturalidade do resultado acima de tudo.

Pré-operatório

Avaliação do nariz

Na consulta, faço uma avaliação minuciosa do seu nariz e da sua face. Explico o procedimento, estudo a estrutura facial com base em proporções matemáticas e determino quais áreas vão sofrer maiores alterações. Também identifico se há alguma limitação - como a espessura da pele ou a fragilidade dos ossos - que possa influenciar o resultado.

Parâmetros estéticos do nariz

Uso alguns parâmetros matemáticos e de proporções para determinar os pontos a serem melhorados. Eles me ajudam a medir o que está visivelmente alterado. Mas servem apenas como orientação: cada nariz tem suas particularidades, e medidas fora desses parâmetros são totalmente aceitáveis, desde que haja harmonia com a face e respeito às diferenças étnicas.

Os terços da face

Para obter resultados previsíveis, divido a face em três partes, usando quatro linhas horizontais:

  • uma tangente à linha do cabelo (linha variável e menos importante);
  • uma linha ao nível das sobrancelhas;
  • outra na base nasal e
  • a última tangente ao mento (queixo).

Divergências nessas proporções podem indicar alterações maxilofaciais, como excesso vertical de maxila, conhecida por "bird face" ou hipoplasia maxilar. Como se trata da fundação do nariz, ou seja, onde ele está situado, alterações importantes da maxila devem ser tratadas antes da rinoplastia.

Comprimento do nariz

Para avaliar o comprimento, verifico se ele é equivalente à distância vertical entre os ângulos da boca e o queixo, numa visão frontal. Isso me confirma se o nariz está proporcionalmente longo ou curto para a face.

Desvios do nariz

Traço uma linha reta vertical do meio da glabela (entre as sobrancelhas) até o queixo, dividindo o dorso nasal e o lábio ao meio. Qualquer desvio nasal a partir dessa linha - chamado laterorrinia ou "nariz torto" - provavelmente vai precisar de osteotomia (fratura) e septoplastia.

Base das narinas

A distância normal entre as asas nasais equivale à distância entre os cantos internos dos olhos (distância intercantal). Se as narinas forem mais largas, primeiro estudo a causa. Se for a distância entre os olhos que é estreita, prefiro manter as narinas proporcionais. Mas se as narinas forem verdadeiramente largas, posso indicar o fechamento.

Formato da ponta

Avalio a ponta desenhando dois triângulos com bases opostas, orientando-me pelo supratip break e pelo ângulo columelolabial. Se esses triângulos estiverem assimétricos, posso precisar modificar a ponta.

Além de corrigir assimetrias, muitas vezes preciso afinar a ponta nasal, sobretudo em pacientes com ponta bulbosa - o famoso nariz de batatinha.

Visão basal do nariz

Na visão basal, avalio as narinas e a base do nariz, que devem descrever um triângulo equilátero, com uma razão entre lóbulo e narina de 1:2. A narina deve ter formato de gota de lágrima, com o eixo maior levemente para medial.

Ângulo frontonasal

Esse ângulo conecta a glabela (espaço entre as sobrancelhas) à raiz do nariz, em uma curva suave, cujo ângulo deve ter entre 128 e 140 graus, mais especificadamente 134 graus nas mulheres e 130 graus nos homens.

Projeção da ponta

Na visão lateral, a projeção da ponta deve ser igual à largura das narinas na visão frontal e corresponder a 67% do comprimento do nariz (da raiz à ponta). Outra forma de avaliar: a projeção anterior, a partir do lábio superior, deve ser 50 a 60% da projeção total da ponta.

Dorso nasal

Começo desenhando uma linha da raiz à ponta. Em mulheres, o dorso ideal fica cerca de 2 mm abaixo dessa linha. Em homens, deve estar bem próximo a ela, para evitar feminização.

Normalmente, a ponta é ligeiramente mais projetada que o dorso. Posso abaixar o dorso, subir a ponta, ou fazer as duas coisas na mesma cirurgia, para obter o melhor resultado.

Ângulo columelolabial

É o ângulo formado entre a columela e uma linha de prumo perpendicular ao plano natural horizontal da face. Esse ângulo deve ser entre 95 e 100 graus em mulheres e deve ficar entre 90 e 95 graus em homens.

Columela

Conhecida também por sub-septo ou septo móvel, a columela, coluna de pele entre as narinas, também pode ser alvo de correção. Basicamente, existem dois defeitos inestéticos do nariz que podem envolver a columela: a columela retraída e a columela pendende (hanging columella).

A columela retraída fica "escondida" por falta de pele ou cartilagem. A columela pendente, ao contrário, tem excesso de pele e cartilagem, ficando saliente entre as narinas. Como saber se está pendente? Nem sempre as fórmulas se aplicam. Muitas vezes detecto o problema visualmente, mas também uso cálculos: quando A - B é maior que 4 mm, a columela está alterada.

Felizmente, ambos os defeitos podem ser resolvidos. Utilizo retirada ou enxertos de cartilagem para corrigir esses problemas.

Avaliação da espessura da pele do nariz

O dorso nasal é formado pela estrutura ósteo-cartilaginosa e pela pele que o recobre. Essa pele não tem espessura uniforme: é mais fina nos dois terços superiores (raiz) e mais grossa na ponta. Além disso, a pele da raiz tem mais mobilidade e menos glândulas sebáceas.

A pele recobre tudo o que faço durante a rinoplastia, e por isso chamo atenção para esse detalhe importante: nariz de pele grossa evidencia menos os refinamentos realizados. É como um cobertor grosso - difícil mostrar o que há por baixo. Já a pele fina mostra os mínimos detalhes. Isso significa que uma pessoa com pele grossa pode ter mais dificuldade em conseguir uma ponta muito fina.

Pele fina X pele grossa

No geral, os pacientes com a pele do nariz mais predominantemente mais fina alcançarão os resultados desejados mais rapidamente e mais evidentes quando em comparação com pacientes que têm a pele predominantemente mais espessa. Estes deverão aguardar por um tempo a mais para que os resultados alcancem a cicatrização completa.

Avaliação do ângulo septal anterior: há sustentação na ponta?

Para saber se a ponta tem sustentação, faço um teste simples: aperto a ponta com o dedo. Se afundar, tem pouca sustentação e posso corrigir com enxertos. Se permanecer firme no lugar, a ponta está bem sustentada e não precisa de reforço nesse aspecto.

Medicamentos que devem ser suspensos antes da cirurgia

Contraindico o uso de determinados medicamentos antes da cirurgia. Alguns interferem na coagulação do sangue, nos sedativos, na anestesia e na adrenalina. Devem ser suspensos quinze dias antes e depois da cirurgia. Dentre eles estão:

  • Ácido acetilsalicílico, conhecido por AAS, que é comercializado pelo nome de Aspirina, Alka seltzer, Bufferin, etc.;
  • Ginko biloba;
  • Arnica, por interferir diretamente na coagulação do sangue;
  • Antidepressivos tricíclicos (amitriptilina, clomipramina, nortriptilina, etc.);
  • Anticoagulantes orais (marcumar, marevan, etc.);
  • Moderadores de apetite e medicamentos para Emagrecer (anfetaminas, sibutramina, etc.).

Sempre informe ao seu cirurgião plástico sobre todos os medicamentos que você toma, inclusive os naturais.

Exames necessários

Antes da cirurgia, solicito alguns exames para avaliar sua saúde e proporcionar maior segurança ao procedimento. Os exames que normalmente peço incluem:

  • Hemograma completo;
  • TAP com INR + KPTT;
  • Ureia e creatinina;
  • Glicemia de jejum;
  • TGO e TGP;
  • TSH e T4 livre;
  • Vitamina C;
  • Vitamina D;
  • AgHBs;
  • Anti-HBs;
  • Anti-HBc IgG e IgM;
  • Anti-HCV;
  • Sorologia para HIV;
  • Proteínas totais e frações;
  • Urina I;
  • Eletrocardiograma;
  • Risco cirúrgico (avaliação com cardiologista);
  • Tomografia computadorizada de nariz e seios da face.

Preciso saber sobre sua capacidade respiratória, histórico de traumas, cirurgias anteriores, rinite ou sinusite. Avalio desvios de septo e o nariz como um todo. Costumo examinar o interior do nariz em busca de sinéquias, desvios de septo ou hipertrofia de cornetos para uma avaliação completa.

A anestesia geral

Para uma rinoplastia completa, que envolva osteotomia (fratura), enxertos e tratamento de ponta, a anestesia indicada é a geral. Somente a anestesia local não é satisfatória e segura nesses casos. Já quando indico apenas o tratamento da ponta, o procedimento pode ser feito com anestesia local e sedação venosa.

Utilizamos o termo "anestesia geral" para tratar da técnica anestésica que promove inconsciência total (hipnose) do paciente, alívio da dor (analgesia) e relaxamento muscular. A anestesia geral possibilita a realização de qualquer manobra necessária durante a cirurgia de nariz, uma vez que a intubação protege as vias aéreas. A anestesia local me deixa um pouco limitado, sendo que este tipo de anestesia não é indicado quando o paciente deve passar por osteotomia, por exemplo.

Após a indução anestésica, que é o período de transição da consciência para o estado inconsciente do paciente, a preparação dos vestíbulos nasais se faz necessária, momento em que aparo as vibrissas nasais (pelos nasais) e realizar a antissepsia na parte interna e externa do nariz.

Realizada a preparação dos vestíbulos para a cirurgia plástica de nariz, injeta-se cerca de 20 ml de solução com lidocaína a 1% e adrenalina 1:80.000, para minimizar o sangramento durante a rinoplastia, evitando assim também as esquimoses (roxos) e a dor no pós-operatório.

As áreas onde aplico essa solução são: dorso nasal, ponta, espinha nasal anterior, traço de fratura, mucosa alar e septo. Aguardo aproximadamente 12 minutos para o efeito completo da adrenalina, antes de iniciar.

Para maior segurança, um anestesista especializado acompanha toda a cirurgia comigo, do início ao fim. Ele monitora pressão, pulso, temperatura, respiração, grau de sedação e hidratação durante todo o procedimento.

A cirurgia

Incisão

Após a anestesia, inicio a rinoplastia pela técnica aberta ou fechada, com uma incisão na columela (se aberta) ou entre as cartilagens alar e triangular (se fechada). Dessa forma, exponho todo o interior do nariz para dissecção.

Descolamento

Realizo o descolamento do dorso nasal com tesoura no plano subcutâneo, acima do periósteo, mantendo íntegra a camada de gordura sob a pele para evitar irregularidades. Utilizo diversas manobras conforme o plano cirúrgico: retirada da porção cefálica, lateralização do dômus, sutura interdomal, enxerto cartilaginoso, entre outras. Nesta etapa, posso remover o excesso de cartilagem na ponta ou no dorso. As seguintes áreas podem ser remodeladas:

  • dorso;
  • septo;
  • spreader graft;
  • strut ou septal extension graft;
  • fratura;
  • ponta;
  • columela;
  • narinas e
  • cornetos.

Dorso

Quando necessário, trato o dorso para corrigir estruturas em excesso (giba) ou em falta, sempre respeitando a estrutura interna e a integridade da mucosa do dorso nasal.

No tratamento do dorso, corrige-se: a giba nasal óssea ou cartilaginosa que é uma espécie de elevação no dorso causada por excesso de osso ou de cartilagem; o dorso com depressões ou dorso baixo, também conhecido por nariz em sela, que, por defeitos congênitos ou traumas, deixa o dorso aprofundado e com pouca projeção em determinados lugares; o dorso que tenha a giba e as depressões (nariz em sela) combinados; desvios de septo, assimetrias, laterorrinias, etc.

Tratamento da giba nasal

Nos casos de giba óssea ou cartilaginosa, abaixo o dorso com raspas diamantadas ou escopro. No nariz "em sela", com dorso muito baixo, aumento com enxerto de cartilagem colhida do septo ou costela. Lembre-se: o dorso masculino é geralmente deixado reto, enquanto o feminino pode ser reto ou ter uma suave curva.

Fratura: quebrar o nariz

Nesta fase, realizo a osteotomia nasal (fratura) para corrigir desvios e estreitar o dorso. Uso escopro e martelo ao longo da maxila e parede lateral dos ossos nasais, finalizando com uma manobra de aperto com os dedos para aproximar as paredes ao centro.

Ponta do nariz

A ponta é a parte mais delicada e complexa do nariz. Exige uma abordagem acurada para obter um bom resultado.

A ponta pode ter vários defeitos: bulbosa, grossa, alta demais, caída, bífida (cartilagens separadas), entre outros. Consigo corrigir todos esses defeitos, obtendo ótimos resultados.

Dependendo da zona em questão, a pele que envolve ponta nasal apresenta características muito variáveis. Além disso, a ponta nasal pode apresentar uma camada importante de tecido celular subcutâneo, ou seja, de gordura e também possui grandes quantidades de glândulas sebáceas.

Após tratar o dorso, descolo a ponta delicadamente com uma tesoura de Fomon, que tem formato curvo para acompanhar a anatomia nasal. Durante esse descolamento, secciono o ligamento dermocartilaginoso de Pitanguy. A ponta pode então ser afinada com a retirada do terço superior das cartilagens alares, associada ou não a enxerto cartilaginoso. Uma das técnicas que mais utilizo é o enxerto de cartilagem alar na ponta, associado à estruturação com strut ou septal extension graft.

Levantar a ponta do nariz

A ponta caída pode ser elevada através de manobras, que incluem a secção do ligamento dermocartilaginoso de Pitanguy, a retirada do septo caudal e a sustentação da ponta com enxerto de cartilagem na columela em narizes que assim necessitam.

O ângulo formado entre a columela, coluna, que sustenta a ponta do nariz e o lábio, denominado ângulo columelolabial, deve se encontrar cerca de 90 a 95 graus nos homens e entre 95 e 100 graus nas mulheres, ou seja, a ponta nasal feminina poderá ser mais arrebitada que a do homem.

Ligamento dermocartilaginoso de Pitanguy

Na dinâmica facial também devemos avaliar o músculo que deprime a ponta, chamado de depressor da ponta ou também ligamento dermocartilaginoso de Pitanguy.

O Professor Ivo Pitanguy, meu mestre, descreveu o ligamento dermocartilaginoso que corre ao longo do dorso nasal, desce pela ponta e se insere na espinha nasal anterior. Sua função é abaixar a ponta quando a pessoa fala - você pode testar pedindo para alguém dizer "jujuba". Na rinoplastia fechada, secciono esse ligamento para relaxar a ponta, elevando-a discretamente e evitando que abaixe durante uma conversa normal.

Septo nasal

O septo é a parede vertical que separa as fossas nasais. Pode ter defeitos que interferem na estética e na função. Quando detecto um desvio de septo - ósseo ou cartilaginoso -, corrijo para alinhar o nariz e melhorar a respiração. Posso retirar parcial ou quase totalmente o septo cartilaginoso para realizar os enxertos necessários, e remover alterações ósseas como o esporão.

Columela

Se na avaliação pré-operatória detecto columela pendente ou retraída, corrijo com a retirada do excesso de cartilagem ou com enxertos, para que a columela volte a ficar proporcional.

Narinas

Narinas abertas demais chamam a atenção, especialmente em narizes negroides e asiáticos. Posso diminuí-las de forma natural, sem prejudicar a respiração. Mesmo na técnica fechada, é necessária uma incisão nas bases das narinas - é o único procedimento que deixa uma pequena cicatriz externa. Mas essa região cicatriza muito bem, e a incisão é discreta.

Enxertos de cartilagem

Os enxertos nasais são utilizados somente quando estritamente necessários. As áreas doadoras de enxertos de cartilagem incluem septo (cartilagem fibrosa, mais rígida), cartilagem das orelhas (cartilagem hialina, mais mole) e muito raramente as cartilagens costais (também fibrosas). Para se aumentar o dorso nasal, pode ser necessário enxerto de cartilagem hialina em uma ou mais camadas, posicionado ao longo do dorso, para aumentar sua projeção, especialmente em alguns narizes asiáticos, negroides ou secundários a uma rinoplastia prévia em que se abaixou o dorso em excesso. Já a cartilagem fibrosa septal é ótima para dar sustentação de ponta, quando colocada entre as cruzes mediais, na columela, especialmente indicada para narizes sem sustentação de ponta e nos narizes negroides.

Cornetos ou turbinas

Ao final da cirurgia, verifico a passagem de ar por ambas as narinas. Se houver dificuldade, opto preferencialmente pela turbinoplastia: mobilizo os cornetos lateralmente para aumentar o espaço de passagem. Essa manobra é mais fisiológica que a turbinectomia, pois preserva a função dos cornetos na umidificação do ar. Mas em casos de obstrução severa, posso realizar a turbinectomia parcial ou total.

Sutura

Finalizo a rinoplastia fechada com quatro pontos de Vicryl 4-0 (fio absorvível): um em cada válvula nasal interna e dois entre a columela e o septo, elevando a ponta (que cede um pouco no primeiro mês). Na rinoplastia aberta, há pontos externos na columela e dois de cada lado para a fratura, além de pontos nas narinas quando fechadas.

Curativos

Os curativos imobilizam a estrutura nasal, mantêm tudo no lugar, evitam acúmulo de sangue, fazem compressão para reduzir o inchaço e auxiliam na moldagem do resultado. Uso tampão nasal ou splint quando necessário, e imobilizo com Aquaplast. No total, são duas semanas de curativos: na primeira, o Aquaplast; na segunda, substituo por micropore cor da pele.

Tampão nasal

Após a sutura, coloca-se, então, um tampão em cada narina, elevando as cartilagens triangulares para que haja uma redução do espaço morto e uma cicatrização mais rápida. Os tampões são formados por gazes permeadas com Nebacetin e são removidos no dia seguinte, com exceção de quando for realizada concomitantemente a septoplastia. No caso de associação da rinoplastia com septoplastia para melhorar a funcionalidade do nariz, o tampão deverá permanecer por 48-72 horas, sendo retirado então logo em seguida.

Imobilização com Aquaplast

Antigamente, usava-se gesso para imobilizar o nariz. Para maior conforto, uso o Aquaplast: um plástico termo-moldável que modelo de acordo com o novo formato do nariz. Em uma semana, retiro o Aquaplast e coloco apenas micropore cor da pele, que permanece por mais uma semana. Total: 2 semanas com curativos.


Quanto tempo dura?

O tempo depende da técnica. A rinoplastia fechada, que tenho realizado com menos frequência, dura em média 1 hora a 1h30. Já a rinoplastia aberta pode levar de 3 a 5 horas, dependendo da necessidade de enxerto de costela ou da quantidade de enxertos.

Rinosseptoplastia e turbinoplastia (ou turbinectomia): tratamento funcional do nariz

Na avaliação pré-operatória, posso detectar desvio de septo e hipertrofia de cornetos. O desvio pode ser congênito (presente ao nascimento) ou adquirido (após trauma). Quando o paciente precisa de melhora funcional além da estética, realizo a rinosseptoplastia com tratamento dos cornetos quando necessário - cuido de tudo na mesma cirurgia. Existem várias formas de corrigir um desvio de septo: retirada simples da parte desviada, ou retirada, correção com incisões e reinserção. Quando o desvio é baixo e tem uma espícula, chama-se esporão. Os cornetos podem ser tratados com turbinoplastia (reposicionamento) ou turbinectomia (remoção).

A turbinectomia ou turbinoplastia: a correção da hipertrofia de cornetos

Muitas vezes, o desvio de septo não é o único vilão a dificultar a função respiratória em pacientes candidatos à plástica nasal. O nariz é composto de alguns cornetos, também conhecidos por turbinas ou conchas, que estão inseridos nas paredes laterais do nariz, que podem se encontrar aumentados, dificultando a respiração. Durante a rinoplastia, ou rinosseptoplastia, pode ser necessária a associação da cirurgia de turbinoplastia ou turbinectomia. A turbinoplastia modifica a posição dos cornetos, aumentando a passagem do ar. Caso o aumento seja muito grande, pode ser necessária a turbinectomia, que consiste em retirada, total ou parcial, de um ou mais cornetos. Na maioria das vezes, o corneto que interfere com a respiração é o inferior, mais baixo, que é também o maior.

O splint nasal e a sinéquia

Durante a rinoplastia com septoplastia e/ou turbinectomia, costuma ser necessária a colocação, além do tampão, de um splint nasal, que seria uma pequena placa de plástico, ou silicone, em cada narina. Além de ajudar na sustentação e na fixação do septo no pós-operatório, impede contato entre áreas cruentas do septo com a parede lateral do nariz, evitando, também, uma condição que se denomina sinéquia. A sinéquia no nariz é uma cicatriz que forma uma ponte entre o septo e a parede lateral do nariz, após uma cirurgia que envolve septoplastia ou turbinectomia onde houve área cruenta (sem epitélio) na mesma altura do septo e da parede lateral do nariz. A sinéquia pode ter como sintomas obstrução nasal ou sibilos (assovios durante a respiração nasal). Seu tratamento pode envolver desde uma abertura em cruz ou total retirada, protegendo, em seguida, com splint nasal.

Pós-operatório

A recuperação da rinoplastia estruturada segue um cronograma que explico detalhadamente na consulta, para que meus pacientes saibam exatamente o que esperar. Nos primeiros cinco dias, recomendo repouso absoluto com a cabeça elevada. O tampão nasal sai em até 48 horas, e no sétimo dia retiro o Aquaplast e os pontos externos, trocando por micropore cor da pele. No décimo quarto dia, removo todo o curativo e o eventual roxo já desapareceu. Nesse ponto, muitas pessoas ao redor do paciente já nem percebem que houve uma cirurgia no nariz. Com dois meses, a recuperação atinge cerca de 85 por cento, e os últimos 15 por cento de inchaço residual desaparecem ao longo de um ano. O resultado natural é meu maior compromisso: quero que comentem que você está diferente, mais bonita ou bonito, mas não identifiquem que foi uma rinoplastia em Londrina comigo. Essa naturalidade só é possível com a técnica estruturada e planejamento individualizado.

Após a rinoplastia, faço algumas recomendações importantes que influenciam diretamente nos resultados:

  • nas primeiras 24h, o paciente deverá respirar pela boca, devido ao tampão nasal;
  • não molhar o curativo com Aquaplast na primeira semana;
  • ficar em repouso absoluto nos 5 primeiros dias, de preferência com a cabeça elevada;
  • pacientes com rinite devem dar preferência a locais arejados e ventilados, uma vez que quando ela surge, espirros e a vontade de coçar o nariz aparecem;
  • lavar os cabelos como em cabeleireiro para não molhar o Aquaplast;
  • depois de retirado o curativo, evitar jato de água direto no nariz durante o banho;
  • não realizar exercícios físicos por um mês;
  • dormir de barriga para cima no primeiro mês;
  • não virar o rosto ou prensar o nariz no travesseiro;
  • não apoiar óculos, seja de sol ou de grau, nos primeiros dois meses para que não marque ou deforme o dorso ou interfira na cicatrização;
  • não sair desprotegido do sol. O uso de filtro solar é indispensável, uma vez que o sol pode manchar a pele do nariz;
  • o sol direto deverá ser evitado nos três primeiros meses, lembrando sempre que o calor faz com que o inchaço aumente;
  • após o terceiro mês da rinoplastia o paciente poderá pegar sol no começo da manhã ou no final do dia com o uso de filtro solar;
  • assoar o nariz não é permitido logo após a rinoplastia; caso haja desconforto, prescrevo um bom descongestionante;
  • nas duas primeiras semanas seguintes à rinoplastia não se deve usar cotonetes para limpeza interna, tendo em vista que toda a sutura foi feita por dentro, podendo então o nariz sangrar
  • para limpeza o paciente deverá utilizar-se somente de soro fisiológico;
  • qualquer modalidade de exercício que envolva risco de traumatismo (futebol, vôlei, boxe, etc.) deverá ser evitada por 2 meses após a rinoplastia;
  • deve-se evitar cigarro e álcool, tanto no pré, como no pós-operatório, por interferirem diretamente no resultado e na cicatrização.

Tempo de recuperação

Em uma semana, troco o Aquaplast por micropore cor da pele. No décimo quarto dia, removo todo o curativo - nessa época, o eventual roxo já desapareceu. O nariz continua inchado, mas quando faço as fotos com dois meses, a recuperação já está em cerca de 85%. Os 15% restantes de inchaço levam até um ano para desaparecer por completo.

Lembre-se: é importante dar o devido valor ao repouso nos primeiros dias após a sua rinoplastia.

Inchaço

O inchaço é maior na tarde do dia seguinte à rinoplastia, e depois disso vai lentamente diminuindo. Após uma semana, quando se retira o aquaplast, já é possível se ter uma ideia do resultado, mas o inchaço pode impedir que toda a beleza da cirurgia seja evidenciada. Já com duas semanas, quando se retira o micropore, o inchaço já está bem menor e o roxo quase nenhum, permitindo que se fique sem curativos e muitas pessoas já nem percebam que houve uma cirurgia no seu nariz.

Hematomas

O roxo ao redor dos olhos é, na verdade, equimose (não hematoma). A diferença é que a equimose não tem coágulo - é sangue espalhado na gordura. Com duas semanas, já é quase nula e costuma desaparecer antes da terceira semana. Se houver escurecimento das olheiras após um mês, prescrevo um creme clareador com hidroquinona, ácido retinoico e ácido tioglicólico.

Sol

O sol será seu inimigo nas primeiras semanas após a rinoplastia. Até cinco minutos de sol por dia não farão mal, mas você deve cuidar para não se expor em excesso, a fim de evitar que a pele do nariz ou das pálpebras inferiores fiquem manchadas. Um filtro solar fator de 30 a 40 poderá ser usado logo após a cirurgia, conforme mencionado acima, bem como chapéu. Você deve evitar uso de óculos escuros por dois meses após a cirurgia.

Limpeza do nariz

Conforme dissemos, deve-se evitar introduzir cotonete no nariz, especialmente na primeira semana, ou tentar remover casquinhas. Isso pode causar um sangramento. Não se preocupe, pois no retorno do sétimo dia, seu nariz será limpo e terá todas suas cascas removidas, com segurança. Após isso, continue usando rinosoro por mais uma semana para evitar a formação de mais cascas. Após duas semanas, você poderá limpar seu nariz usando cotonete, se necessário.

O que não comer

Devem-se evitar alimentos duros por cerca de quatro dias. A recomendação é de dieta pastosa por 4 dias, mas não há a necessidade de bater nada no liquidificador. Pode comer carne moída, carne bem cozida, peixe, purê, arroz, feijão. Deve-se evitar carne dura ou algum alimento que exija um esforço maior para mastigar, uma vez que o septo, que deve ter sido operado em conjunto com a rinoplastia, apoia-se na face superior do céu da boca.

Respiração no pós-operatório

Não tem jeito: os dois primeiros dias com tampão impossibilitam a respiração nasal. Deixe um copo de água sempre por perto, pois a garganta seca. Após a retirada do tampão, a respiração melhora, mas o splint ainda fica até o sétimo dia. Depois da retirada do splint, a respiração nasal melhora bastante. Mas lembre-se: assim como o nariz incha por fora, incha por dentro também, e isso pode dificultar um pouco a respiração nas primeiras semanas.

Tirando a tala (Aquaplast)

É com sete dias que esse curativo mais duro, externo, é removido. Nesse dia você vai poder apreciar como seu nariz está ficando, mas com 14 dias, quando retirar o micropore, é que você vai gostar mais, pois o inchaço será muito menor. O Aquaplast não pode ser molhado, mas o micropore pode.

Tirando os pontos

Também no sétimo dia, juntamento com a retirada da tala, os pontos externos são retirados. Pontos internos permanecem por semanas, até que sejam absorvidos ou caiam.

Tirando o curativo (Micropore)

Como dito acima, a retirada do micropore ocorre no dia 14, e você vai poder ficar sem curativo externo. Uma dica é: após a retirada do micropore, quando você for tomar banho, lave bem esfregando o dedo com sabonete delicadamente no nariz para remover toda a cola e oleosidade do nariz, a fim de se evitar acne em excesso.


Riscos

Inerentes a qualquer cirurgia

Os riscos de uma rinoplastia são os mesmos de qualquer cirurgia. Nenhum procedimento é livre de riscos, mas tenho um dos índices mais baixos de complicações em rinoplastia no Brasil.

Infecção

Apesar de a taxa de infecção após cirurgia plástica no Brasil ser de 0,45%, nunca tive um único caso de infecção após rinoplastia, tanto aberta quanto fechada.

Sangramento

É normal sair um pouco de sangue logo após a cirurgia, mas isso cessa em 24 a 48 horas, quando os tampões são retirados. Um sangramento maior é raríssimo na minha prática (cerca de um caso a cada dez anos), e pode ser facilmente controlado com tamponamento anterior e posterior.

Queloide

Nunca tive um único caso de queloide após rinoplastia, nem em pessoas com queloide em outras regiões do corpo. Cada região cicatriza de forma diferente, e assim como nas pálpebras, é muito raro ocorrer queloide no nariz.

Ficar sem respirar

Calma, você não vai ficar sem respirar. Vai ficar sem respirar pelo nariz por dois dias, enquanto estiver com os tampões, mas o organismo é inteligente e, inconscientemente, você vai naturalmente respirar pela boca nesses dois dias.

Trombose ou embolia

Nenhum caso ocorrido entre meus pacientes em mais de vinte anos realizando rinoplastia. Isso porque é uma cirurgia rápida e com pouquíssima perda de sangue.

Tem risco de morte?

Calma, novamente. Nunca perdi nenhum paciente. Trabalhei durante um ano e meio em UTI antes de me tornar cirurgião plástico, justamente para aprender a lidar com emergências e garantir que meus pacientes tenham a máxima segurança.

O melhor de todos os riscos

Costumo brincar com meus pacientes que o melhor risco de uma rinoplastia comigo é o de você ficar mais bonita (ou bonito).

Perguntas frequentes sobre rinoplastia

O que é a rinoplastia estruturada e por que o senhor prefere essa técnica?

Na minha prática, a rinoplastia estruturada é a técnica que mais realizo. Em vez de apenas reduzir o nariz retirando osso e cartilagem - como se fazia antigamente -, reconstruo e reforço toda a estrutura nasal com enxertos de cartilagem do próprio paciente. Penso no nariz como uma casa: a técnica antiga tirava paredes para diminuí-la, mas com o tempo a estrutura enfraquecia. Na rinoplastia estruturada, remodelo a casa por dentro e coloco vigas de sustentação nos pontos certos. O resultado é mais bonito, mais natural e muito mais duradouro. Mais de 90% dos meus pacientes relatam alta satisfação com essa abordagem.

A rinoplastia melhora a respiração?

Sim. Na minha abordagem, cuido dos quatro pilares da respiração nasal durante a mesma cirurgia: septo, cornetos, válvula nasal interna e válvula nasal externa. Me especializei nos Estados Unidos justamente para dominar a parte funcional e poder oferecer um resultado completo - nariz bonito e que respira muito bem. Desde que passei a associar os enxertos de spreader graft ao tratamento dos cornetos, meus pacientes percebem grande melhora na respiração já na primeira semana.

A partir de qual idade posso fazer rinoplastia?

Indico a rinoplastia a partir dos 15 anos, tanto para homens quanto para mulheres. Nessa idade, as estruturas óssea e cartilaginosa do nariz e da face já estão praticamente desenvolvidas. Operar antes disso pode prejudicar o crescimento do terço médio da face. A cirurgia pode ser realizada em qualquer época do ano.

O resultado da rinoplastia estruturada é definitivo?

Sim. Na minha experiência, a rinoplastia estruturada é definitiva porque os enxertos de cartilagem reforçam toda a estrutura do nariz. Diferente da técnica redutora antiga - que podia perder o resultado com o tempo, com a ponta caindo e o dorso entortando -, a estruturada mantém o nariz firme na posição certa por toda a vida. É por isso que estruturo todos os narizes que opero.

Como é a recuperação após a rinoplastia?

Recomendo que meus pacientes fiquem em repouso absoluto nos primeiros cinco dias. O tampão nasal é retirado em 24 a 48 horas. No sétimo dia, troco o Aquaplast por micropore cor da pele e retiro os pontos externos. No décimo quarto dia, removo todo o curativo - nessa época, o eventual roxo já desapareceu. Quando faço as fotos com dois meses, a recuperação já está em cerca de 85%. Os últimos 15% de inchaço levam até um ano para desaparecer por completo.

A rinoplastia deixa cicatriz visível?

Na rinoplastia fechada, não há cicatrizes externas - toda a cirurgia é feita por dentro do nariz. Na rinoplastia aberta, faço uma pequena incisão na columela, entre as narinas, que fica praticamente imperceptível após a cicatrização. Se houver fechamento de narinas, há uma cicatriz discreta na base que também cicatriza muito bem.

Quanto tempo dura a cirurgia de rinoplastia estruturada?

Na minha experiência, a rinoplastia estruturada dura em média duas a três horas. Quando preciso usar enxerto de cartilagem de costela ou associar procedimentos como septoplastia e turbinoplastia, o tempo pode chegar a quatro horas. A cirurgia é realizada sob anestesia geral em centro cirúrgico devidamente equipado, com um anestesista especializado que acompanha todo o procedimento comigo.

Preciso usar cartilagem de costela na rinoplastia?

Na maioria das rinoplastias primárias que realizo, a cartilagem do septo nasal é suficiente para todos os enxertos necessários. Reservo a cartilagem de costela para casos específicos: rinoplastias secundárias onde o septo já foi utilizado, reconstruções nasais amplas ou narizes que precisam de grande quantidade de enxerto. Quando necessária, a retirada é feita por uma pequena incisão no tórax que cicatriza de forma discreta.

Já operei o nariz antes e não gostei do resultado. É possível corrigir?

Sim. A rinoplastia secundária é uma das cirurgias que mais realizo para corrigir resultados insatisfatórios de cirurgias anteriores. É tecnicamente mais complexa, pois lido com tecido cicatricial e anatomia modificada. Recomendo que meus pacientes esperem no mínimo um ano após a primeira cirurgia para que todo o inchaço desapareça e a estrutura esteja completamente cicatrizada. Na consulta, avalio cada detalhe e traço um novo planejamento cirúrgico individualizado.

Quais são os riscos da rinoplastia?

Os riscos são os mesmos de qualquer cirurgia, porém tenho um dos índices mais baixos de complicações em rinoplastia no Brasil. Em mais de vinte anos, nunca tive um caso de infecção após rinoplastia, nem queloide, nem trombose. O risco de sangramento significativo é de aproximadamente um caso a cada dez anos na minha prática. Trabalhei durante um ano e meio em UTI antes de me tornar cirurgião plástico, justamente para aprender a lidar com emergências e garantir a máxima segurança aos meus pacientes.


Medos

Nariz de porquinho

Nariz curto, muito empinado, com as narinas à mostra, o nariz de porquinho é um dos maiores medos de quem vai se submeter a uma rinoplastia. Nunca deixei ninguém com nariz de porquinho. Inclusive, recusei operar uma paciente, uma vez, que pediu para que eu a deixasse com nariz de buldogue exibido, por não achar que isso ficaria bem ou natural para ela.

Nariz de Michael Jackson

Outro exemplo de resultado temido, com nariz não natural, repleto de estigmas de ter sido operado, com ponta fina demais, reto demais, com narinas que sofreram retirada excessiva. O nariz do Michael Jackson foi provavelmente o mais comentado na história, e ao mesmo tempo virou um antiexemplo de resultado desejável de rinoplastia. Afinal, foram realizadas 17 cirurgias de nariz, conforme me confessou o cirurgião plástico americano que fez a primeira rinoplastia no cantor.


Rinoplastia secundária

Secundária é a cirurgia plástica de nariz em quem já realizou uma primeira rinoplastia (sendo esta denominada primária). Muitas vezes, necessita-se completar uma fratura incompleta, abaixar o dorso, aumentar o dorso com enxertos de cartilagens, corrigir "V" invertido com "spreader graft", corrigir supratip, melhorar projeção ou definição de ponta com enxertos de cartilagens ou remodelagem de cartilagem, corrigir irregularidades superficiais, melhorar cicatrizes de rinoplastia aberta ou de rotação de narinas, corrigir desvios, entre outros.

Mudanças no planejamento cirúrgico

Ao realizar a rinoplastia secundária, não utilizo as mesmas técnicas de uma rinoplastia primária, ou rinoplastia convencional, pois haverá a presença do tecido fibroso cicatricial, alterações que surgiram em decorrência da rinoplastia prévia (rinoplastia primária) e, principalmente, deve-se levar em consideração que a estrutura nasal já está mais frágil depois de ter passado por possíveis osteotomias, enxertos, raspagens, etc. realizados na primeira cirurgia plástica de nariz.

Para que eu possa considerar a possibilidade de revisão de uma rinoplastia, o ideal é que o paciente tenha esperado decorrer o período de um ano, contando a partir da data da cirurgia plástica de nariz primária (primeira rinoplastia), pois é este o tempo necessário para recuperação total de uma rinoplastia, para que toda a estrutura nasal esteja completamente cicatrizada, recuperada e com inchaço pelo fim. Tecnicamente, a rinoplastia secundária é mais complexa, pois estarei lidando com uma anatomia distorcida ou mesmo ausente. Principalmente devido ao inchaço, não é bom que a rinoplastia secundária seja realizada antes de um ano da primária, pois o inchaço ainda está presente. O inchaço entre o esqueleto nasal e a pele que o recobre pode fazer com que eu perca os parâmetros da estrutura original do nariz, sendo de alto risco para os resultados, que podem ficar em desacordo com o que o paciente deseja. Portanto, recomendo que se espere o prazo de um ano da primária antes de realizar a rinoplastia secundária.

Candidatos à rinoplastia secundária

De maneira geral, existem alguns pré-requisitos para que o paciente possa passar por uma cirurgia plástica de nariz secundária, que são:

  • pacientes com mais de 15 anos e que tenham passado por uma rinoplastia primária, não obtendo os resultados desejados ou que tenha passado por complicações que impediram que o resultado desejado fosse obtido;
  • pacientes insatisfeitos com algum defeito visivelmente inestético e/ou perceptivelmente funcional;
  • pacientes emocionalmente estáveis, ou seja, que estão em boas condições emocionais e mentais;
  • pacientes em bom estado de saúde e que não tenham qualquer tipo de contraindicação para passar por uma rinoplastia secundária;
  • pacientes conscientes e dispostos a se submeterem a enxerto de cartilagem, se necessário;
  • pacientes que estejam preparados, tendo uma visão otimista e realista da rinoplastia secundária em si, lembrando sempre da limitação que envolve este procedimento.

Estes são apenas alguns dos pré-requisitos gerais, que mesmo que o paciente esteja em condições compatíveis conforme as exigências, ele deverá passar por uma consulta prévia comigo, ocasião em que avalio os possíveis defeitos estéticos e/ou funcionais para diagnosticar quais foram os motivos de insucesso da cirurgia anterior. Faço uma avaliação meticulosa de todos os problemas e pontos de insatisfação que incomodam o paciente, para que possa traçar o planejamento cirúrgico que, desta vez, será muito mais complexo do que o de uma plástica de nariz primária.

Enxerto de cartilagem

Considerando que a maioria dos casos de tratamento pela rinoplastia secundária que chegam às minhas mãos envolvem pacientes com falta de cartilagem para se produzir uma reconstrução nasal satisfatória, na minha clínica, esse procedimento tem por técnica básica de reparação o uso de enxertos. Quando tratamos da rinoplastia primária, a coleta de cartilagem não costuma ser um problema, uma vez que esse material se encontra em grande quantidade no septo cartilaginoso e em ambas orelhas. A preferência é que seja utilizada cartilagem do septo, para tornar a cirurgia plástica de nariz o menos invasiva possível, porém, a coleta de cartilagem do septo nem sempre é possível, pois o paciente pode ter operado um desvio de septo na primeira cirurgia.

Nada impede que, na rinoplastia secundária, eu utilize a cartilagem do septo e das orelhas quando elas estão disponíveis e não irão fragilizar o esqueleto nasal. Os casos de enxertos variam muito quando estamos tratando da rinoplastia, em especial a secundária. Apesar de bastante complexa, é muito importante também que se vise sempre a individualidade, a naturalidade e a compatibilidade com a etnia do paciente na realização da rinoplastia secundária, e da primária também.

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Além disso, o Conselho Federal de Medicina orienta que valores não sejam divulgados em páginas médicas, justamente porque cada caso é diferente. Uma rinoplastia primária simples tem um custo diferente de uma rinoplastia estruturada com enxerto de costela, por exemplo.

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