Se você chegou até esta página, provavelmente convive com dois problemas ao mesmo tempo: dificuldade para respirar e insatisfação com a aparência do seu nariz. Talvez você tenha desvio de septo diagnosticado há anos e sempre quis aproveitar a correção funcional para melhorar também a estética. Ou talvez sua queixa principal seja estética, mas durante a avaliação descobriu que parte do desconforto que sente está relacionada a uma obstrução nasal que nunca foi investigada.
Seja qual for o seu caso, a rinosseptoplastia é a cirurgia que resolve ambos os problemas em um único procedimento. E essa é exatamente a abordagem que defendo em minha prática: tratar o nariz como uma unidade funcional e estética, porque forma e função estão intimamente ligadas.
Ao longo de mais de vinte anos como cirurgião plástico em Londrina e mais de oito mil cirurgias realizadas, aprendi que o nariz ideal não é apenas bonito. É um nariz que funciona perfeitamente, que permite uma respiração livre e silenciosa, e que se harmoniza com o restante do rosto de forma natural. A rinosseptoplastia é a ferramenta que me permite entregar esse resultado completo.
Na rinoplastia puramente estética, o foco está na aparência externa do nariz: reduzir a giba dorsal, refinar a ponta, estreitar as asas nasais. Na rinosseptoplastia, vamos além. Além de todas as modificações estéticas, eu corrijo o desvio do septo nasal, trato a hipertrofia de cornetos e resolvo qualquer obstrução que esteja comprometendo sua respiração.
A vantagem é evidente: você faz uma única cirurgia, uma única anestesia, uma única recuperação, e resolve tudo de uma vez. Não faz sentido operar o nariz para melhorar a aparência e deixar um desvio de septo sem tratamento, sabendo que ele continuará causando obstrução nasal, roncos, sinusites de repetição e má qualidade de sono.
O septo nasal é a parede de cartilagem e osso que divide o nariz em duas cavidades. Idealmente, ele deveria ser reto, permitindo passagem de ar equilibrada pelos dois lados. Na prática, a maioria das pessoas tem algum grau de desvio. O problema surge quando esse desvio é significativo o suficiente para obstruir a passagem de ar, causando uma série de sintomas que afetam diretamente a qualidade de vida.
Muitos pacientes convivem com esses sintomas durante anos, adaptando-se a eles sem perceber o quanto sua qualidade de vida está comprometida. Só depois da cirurgia, quando respiram plenamente pela primeira vez, entendem a dimensão do problema que tinham.
Os cornetos nasais são estruturas ósseas recobertas por mucosa que ficam na parede lateral de cada cavidade nasal. Sua função é aquecer, umidificar e filtrar o ar que respiramos. Quando a mucosa dos cornetos aumenta excessivamente de tamanho — a chamada hipertrofia de cornetos — eles passam a obstruir a passagem de ar, agravando a obstrução nasal.
Na rinosseptoplastia, eu trato simultaneamente o desvio de septo e a hipertrofia de cornetos, garantindo que ambas as causas de obstrução sejam resolvidas. A turbinectomia parcial ou a cauterização submucosa dos cornetos inferiores fazem parte da minha abordagem quando indicadas.
Utilizo a técnica de rinoplastia estruturada em todos os meus procedimentos nasais, seja na rinoplastia puramente estética ou na rinosseptoplastia. Essa filosofia, desenvolvida e aperfeiçoada nas últimas décadas, representa uma mudança fundamental em relação às técnicas redutivas tradicionais.
Nas técnicas antigas de rinoplastia, o cirurgião basicamente removia cartilagem e osso para diminuir o nariz. O resultado imediato podia ser bonito, mas com o passar dos anos a estrutura enfraquecida cedia à força da cicatrização, produzindo narizes pinçados, pontas caídas, assimetrias e, muitas vezes, obstrução respiratória iatrogênica — ou seja, causada pela própria cirurgia.
Na rinosseptoplastia estruturada, eu faço o oposto: reforço a estrutura do nariz usando enxertos de cartilagem do próprio septo (e eventualmente da orelha ou costela) para criar uma arquitetura sólida e estável. Primeiro construo a sustentação, depois modelo a forma. É como construir uma casa: primeiro a fundação e a estrutura, depois a fachada.
Essa abordagem produz resultados mais previsíveis, mais estáveis a longo prazo e que respeitam tanto a estética quanto a função respiratória.
Na grande maioria das rinosseptoplastias, utilizo a abordagem aberta (rinoplastia aberta), que envolve uma pequena incisão na columela — aquela faixa de pele entre as narinas. Essa incisão me dá visualização direta de toda a estrutura nasal, permitindo modificações precisas e controladas. A cicatriz resultante é praticamente imperceptível após algumas semanas.
Em casos selecionados, posso optar pela abordagem fechada, com incisões exclusivamente internas. A escolha depende da complexidade do caso e das modificações necessárias.
A rinosseptoplastia é ideal para pacientes que apresentam queixas funcionais e estéticas simultâneas. Na minha experiência em Londrina, essa é a situação mais comum: a grande maioria dos pacientes que me procuram para cirurgia nasal tem algum grau de comprometimento funcional, mesmo quando a queixa principal é estética.
Em casos de obstrução nasal complexa — especialmente quando há sinusite crônica associada, polipose nasal, ou necessidade de cirurgia endoscópica funcional dos seios paranasais — trabalho em conjunto com um otorrinolaringologista. Essa parceria permite que cada especialista cuide da sua área de expertise: o otorrino trata a doença sinusal e eu cuido da correção do septo e da estética nasal.
Essa abordagem multidisciplinar é algo que valorizo profundamente. O paciente se beneficia do melhor de cada especialidade em um único procedimento cirúrgico.
A consulta para rinosseptoplastia é detalhada e fundamental. Dedico tempo para entender não apenas o que você não gosta no seu nariz, mas também como ele funciona. Muitos pacientes ficam surpresos ao descobrir, durante a avaliação, que têm obstrução nasal significativa à qual já se acostumaram.
Sou muito franco durante a consulta. Explico o que posso e o que não posso fazer. Mostro exemplos para que você entenda as possibilidades e limitações da cirurgia. Um nariz bonito é um nariz que combina com o seu rosto, não uma cópia do nariz de outra pessoa. Meu objetivo é criar harmonia, naturalidade e função.
Solicito os seguintes exames antes da cirurgia:
Quinze dias antes e quinze dias depois da cirurgia, você deverá suspender:
O tabagismo deve ser interrompido pelo mesmo período. A nicotina compromete a circulação sanguínea da mucosa nasal e da pele, aumentando o risco de complicações e prejudicando a cicatrização.
Em pacientes com rinite alérgica ou inflamação crônica da mucosa nasal, inicio tratamento clínico algumas semanas antes da cirurgia com corticosteroides nasais e lavagem nasal com soro fisiológico. Uma mucosa saudável no momento da cirurgia contribui para menor sangramento e melhor cicatrização.
A rinosseptoplastia dura entre duas e quatro horas, dependendo da complexidade do caso e dos procedimentos associados. É realizada sob anestesia geral em centro cirúrgico devidamente equipado.
Após a indução anestésica, realizo infiltração local com solução vasoconstritora que reduz o sangramento e facilita a dissecção. Posiciono tampões nasais com anestésico tópico sobre a mucosa para potencializar a vasoconstrição e a analgesia.
Através de incisão interna, acesso o septo nasal em toda sua extensão. Retiro as porções desviadas de cartilagem e osso, preservando sempre uma faixa contínua de cartilagem em formato de "L" que mantém a sustentação do dorso e da ponta nasal. As porções retiradas são cuidadosamente esculpidas e transformadas em enxertos que utilizarei na fase estética.
Quando o desvio é muito acentuado, posso utilizar técnicas de escarificação (pequenas incisões na cartilagem para permitir que ela mude de forma), sutura de moldagem septal ou reposicionamento do septo sobre a crista maxilar.
Quando há hipertrofia de cornetos, realizo a turbinectomia parcial inferior — remoção cuidadosa do excesso de tecido mucoso e ósseo do corneto inferior. Em alguns casos, opto pela cauterização submucosa, que reduz o volume do corneto sem remover tecido. A escolha depende do grau de hipertrofia e da anatomia de cada paciente.
As osteotomias são fraturas controladas dos ossos nasais que me permitem estreitar o dorso, corrigir desvios ósseos e fechar o teto aberto após a redução da giba dorsal. Utilizo osteótomos específicos com precisão milimétrica. As osteotomias laterais percutâneas deixam cicatrizes puntiformes imperceptíveis.
A ponta do nariz é a região mais complexa e desafiadora. Utilizando suturas precisas nas cartilagens alares e enxertos estruturais, modelo a ponta para atingir a projeção, rotação e definição planejadas. Cada ponto é posicionado estrategicamente para criar a forma desejada sem comprometer a respiração.
Se há giba dorsal, removo o excesso de cartilagem e osso com raspas e osteótomos. Se o dorso é baixo, posiciono enxertos de cartilagem para elevá-lo. Os spreader grafts são quase sempre utilizados nessa etapa, pois além de suavizar o dorso, ampliam a válvula nasal interna e melhoram significativamente a passagem de ar.
Aproximo a mucosa septal com pontos absorvíveis, suturo a incisão da columela com fios finos que serão retirados em uma semana. Posiciono splints (talas) internos de silicone para manter o septo na posição correta e aplico uma tala externa de termoplástico moldada sobre o dorso nasal. Micropore complementa a imobilização.
Quando o paciente deseja, ou quando a indicação clínica justifica, posso realizar outros procedimentos no mesmo tempo cirúrgico:
O queixo e o nariz são as duas estruturas que mais influenciam o perfil facial. Um queixo retraído pode fazer um nariz normal parecer grande. A mentoplastia — avanço ou recuo do queixo com prótese de silicone — é um complemento frequente da rinosseptoplastia e melhora dramaticamente a harmonia do perfil.
Pacientes que desejam rejuvenescer o terço médio do rosto podem combinar a rinosseptoplastia com uma blefaroplastia, aproveitando a mesma anestesia e recuperação.
Orelhas proeminentes podem ser corrigidas simultaneamente através da otoplastia, aproveitando o mesmo ato anestésico.
O enxerto de gordura facial pode ser combinado para melhorar olheiras, preencher sulcos e harmonizar volumes do rosto como um todo.
A recuperação da rinosseptoplastia exige paciência. O nariz é uma estrutura que cicatriza lentamente, e o resultado final leva meses para se estabilizar. Mas a boa notícia é que a recuperação imediata é mais confortável do que a maioria dos pacientes imagina.
Você sairá da cirurgia com a tala externa no nariz, splints internos e micropore. Haverá inchaço ao redor dos olhos e, em muitos casos, equimoses (manchas roxas) nas pálpebras. Isso é normal e não significa complicação. Mantenha a cabeça elevada, aplique compressas frias na região periorbital e tome a medicação prescrita rigorosamente.
Diferentemente do que muitos temem, a rinosseptoplastia moderna não usa mais tampão nasal tradicional. Os splints de silicone são confortáveis e permitem alguma passagem de ar. Isso torna o pós-operatório muito mais tolerável do que era no passado.
O inchaço atinge seu pico entre o segundo e o terceiro dia, depois começa a diminuir progressivamente. As equimoses mudam de cor (roxo, amarelo, esverdeado) e desaparecem em dez a quatorze dias. Retiro os splints internos em sete dias — o procedimento é rápido e causa apenas um leve desconforto. Nesse momento, a maioria dos pacientes relata uma melhora dramática na respiração.
Retiro a tala externa em dez a quatorze dias. O nariz ainda estará inchado, mas já apresenta uma forma agradável. Você estará apresentável para atividades sociais, embora amigos próximos possam notar um leve edema residual. Maquiagem leve pode ser usada.
O inchaço vai cedendo gradualmente. A ponta do nariz é a região que demora mais para desinchar, especialmente em pacientes com pele grossa. Evite exposição solar direta, use protetor solar diariamente e não use óculos apoiados sobre o dorso nasal por pelo menos quarenta e cinco dias.
O resultado se refina progressivamente. Os tecidos se acomodam, o edema residual desaparece e as cicatrizes amadurecem. Pacientes com pele fina veem o resultado quase final por volta de seis meses. Pele grossa pode levar até dezoito meses para revelar o resultado definitivo.
Toda cirurgia tem riscos. Prefiro ser totalmente transparente sobre eles durante a consulta para que você tome uma decisão informada.
É importante que você entenda: a rinosseptoplastia é uma das cirurgias mais complexas da cirurgia plástica. Resultados excelentes dependem de experiência, técnica apurada e planejamento individualizado. Por isso, a escolha do cirurgião é a decisão mais importante que você vai tomar.
Nos últimos anos, popularizou-se a chamada "rinomodelação" com preenchimento de ácido hialurônico. Preciso ser honesto: a rinomodelação pode ser útil para pequenas correções estéticas — camuflar uma giba sutil, levantar discretamente a ponta, corrigir uma assimetria mínima. Mas ela não substitui a rinosseptoplastia em nenhum cenário.
O ácido hialurônico não corrige desvio de septo. Não trata hipertrofia de cornetos. Não melhora a respiração. E, no contexto estético, sempre adiciona volume — o que significa que deixa o nariz maior, não menor. Para a grande maioria dos pacientes que desejam um nariz menor, mais refinado e funcional, a cirurgia é o único caminho efetivo.
Além disso, existem riscos reais associados ao preenchimento nasal, incluindo necrose de pele e até cegueira por embolização vascular. Esses riscos, embora raros, são desproporcionais para um procedimento que oferece resultados temporários e limitados.
Um aspecto que muitos pacientes subestimam é o impacto da obstrução nasal na qualidade do sono. Quando você não respira bem pelo nariz, tende a respirar pela boca durante a noite. Isso causa ressecamento da mucosa oral, roncos, despertares frequentes e redução da fase de sono profundo.
Após a rinosseptoplastia, pacientes frequentemente relatam uma melhora surpreendente na qualidade do sono, disposição durante o dia, capacidade de concentração e até no desempenho de atividades físicas. A respiração nasal adequada filtra, aquece e umidifica o ar de forma muito mais eficiente que a respiração oral.
Formei-me pela Universidade Estadual de Londrina e tive o privilégio de ser aluno do Professor Ivo Pitanguy, o maior nome da cirurgia plástica brasileira. Sou membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da American Society of Plastic Surgeons (ASPS). Ao longo de mais de vinte anos de prática, realizei mais de oito mil cirurgias plásticas, com ampla experiência em cirurgia nasal funcional e estética.
A rinosseptoplastia exige domínio de anatomia cirúrgica detalhada, sensibilidade estética apurada e experiência para lidar com as infinitas variações que cada nariz apresenta. Cada nariz é único, e cada cirurgia é planejada individualmente. Não existe receita pronta.
Se você está considerando uma rinosseptoplastia em Londrina, convido-o a agendar uma consulta. Vou examinar seu nariz com cuidado, ouvir suas queixas e desejos, e explicar exatamente o que posso fazer por você. Com honestidade, técnica e dedicação.
A rinoplastia é a cirurgia que modifica a aparência do nariz — seu formato, tamanho e proporções. A rinosseptoplastia combina essa correção estética com a correção funcional do septo nasal e, quando necessário, dos cornetos. Em resumo, a rinosseptoplastia resolve dois problemas em uma única cirurgia: a aparência e a respiração.
O componente funcional da cirurgia — a septoplastia e a turbinectomia — pode ser coberto por convênios médicos quando há documentação de obstrução nasal significativa, geralmente comprovada por tomografia e avaliação otorrinolaringológica. O componente estético, entretanto, não é coberto. Na prática, muitos pacientes optam por realizar o procedimento de forma particular para garantir a abordagem completa e integrada.
A rinosseptoplastia dura entre duas e quatro horas, dependendo da complexidade do caso. Desvios septais acentuados, necessidade de múltiplos enxertos, osteotomias extensas ou procedimentos associados como mentoplastia podem prolongar o tempo cirúrgico. A cirurgia é realizada sob anestesia geral em centro cirúrgico.
Não utilizo tampão nasal tradicional. Uso splints de silicone internos que são muito mais confortáveis e permitem alguma passagem de ar. Essa mudança tornou o pós-operatório da rinosseptoplastia muito mais tolerável. Os splints são retirados em sete dias no consultório, de forma rápida e com mínimo desconforto.
Logo após a retirada dos splints internos, em sete dias, a maioria dos pacientes já nota melhora significativa na respiração. Entretanto, o edema da mucosa nasal pode levar de quatro a oito semanas para ceder completamente. A melhora é progressiva, e o resultado funcional definitivo se estabelece entre dois e três meses.
A dor no pós-operatório da rinosseptoplastia é geralmente leve a moderada e bem controlada com analgésicos simples. O que mais incomoda os pacientes não é dor propriamente dita, mas a sensação de obstrução nasal nos primeiros dias e o inchaço ao redor dos olhos. Esses desconfortos são temporários e melhoram rapidamente.
Recomendo que a cirurgia seja realizada após o término do crescimento facial, o que geralmente ocorre por volta dos dezesseis a dezessete anos nas meninas e dezessete a dezoito anos nos meninos. Em casos de obstrução respiratória severa, a septoplastia isolada pode ser indicada mais precocemente, mas a correção estética deve aguardar a maturidade esquelética.
Sim. A rinoplastia secundária ou revisional é mais complexa que a primária, pois trabalha com tecidos já operados, com cartilagens potencialmente enfraquecidas e fibrose. Nesses casos, frequentemente preciso de cartilagem adicional da orelha ou, em casos mais complexos, da costela. A técnica estruturada é ainda mais importante na revisão, pois permite reconstruir a sustentação perdida.
A incisão na columela cicatriza de forma praticamente imperceptível. Em duas a três semanas já é difícil identificá-la sem procurar atentamente. Em seis meses, mesmo de perto, ela se confunde completamente com a pele normal. Nunca tive um paciente insatisfeito com essa cicatriz.
Se o ronco tem um componente nasal significativo — o que é bastante comum — a rinosseptoplastia pode melhorá-lo substancialmente. A correção do desvio de septo e o tratamento da hipertrofia de cornetos restauram a passagem aérea nasal, permitindo respiração adequada durante o sono. Entretanto, o ronco pode ter outras causas (palato mole, base de língua, obesidade) que devem ser investigadas.
Caminhadas leves podem ser retomadas em duas semanas. Atividades moderadas como musculação leve, em três a quatro semanas. Esportes de contato, natação e atividades intensas devem aguardar pelo menos seis a oito semanas. Qualquer atividade que envolva risco de trauma nasal deve ser evitada por três meses.
Óculos não devem ser apoiados diretamente sobre o dorso nasal por pelo menos quarenta e cinco dias após a cirurgia, pois a pressão pode deslocar os ossos nasais antes que eles estejam completamente consolidados. Se você usa óculos de grau, recomendo lentes de contato durante esse período ou, alternativamente, existem suportes especiais que apoiam os óculos na testa, aliviando o peso sobre o nariz.
Se você chegou até aqui, é porque está considerando seriamente a rinosseptoplastia. O próximo passo é simples: agende uma consulta comigo. Minha equipe está pronta para atendê-lo, responder suas dúvidas e encontrar o melhor horário para sua avaliação.
Saiba mais sobre a primeira consulta, o investimento e as orientações de preparação pré-cirúrgica e recuperação pós-operatória.
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