O preenchimento facial com ácido hialurônico é um dos procedimentos estéticos mais procurados no meu consultório em Londrina. E não é por acaso. É um tratamento versátil, seguro e com resultados imediatos que pode transformar a aparência do rosto sem a necessidade de cirurgia. Ao longo de mais de vinte anos de experiência em cirurgia plástica e procedimentos estéticos, posso afirmar que o preenchimento com ácido hialurônico, quando bem indicado e executado com técnica refinada, entrega resultados extraordinários.
O ácido hialurônico é uma substância que já existe naturalmente no seu corpo. Está presente na pele, nas articulações e nos olhos. Com o passar dos anos, a produção natural diminui — e é justamente essa perda que contribui para o aparecimento de rugas, sulcos e a perda de volume facial que tanto nos incomoda. O preenchimento consiste em repor essa substância de forma estratégica, devolvendo ao rosto o volume, a sustentação e os contornos que o tempo levou embora.
Diferentemente do que muitos pensam, o preenchimento facial não serve apenas para "encher" o rosto. Na minha prática, utilizo o ácido hialurônico como uma ferramenta de escultura facial. Cada ponto de aplicação, cada quantidade injetada e cada profundidade de inserção são cuidadosamente planejados para criar um resultado harmonioso e natural. O objetivo não é parecer preenchido — é parecer você, só que com a vitalidade de anos atrás.
Se você está pesquisando sobre preenchimento facial, provavelmente já percebeu que existem muitas opções no mercado e muita informação contraditória na internet. Nesta página, vou explicar com honestidade e clareza tudo o que você precisa saber: as áreas que podem ser tratadas, as técnicas que utilizo, os produtos disponíveis, os cuidados necessários e o que esperar de resultados. Minha intenção é que você termine esta leitura sentindo-se seguro e bem informado para tomar a melhor decisão.
Uma das grandes vantagens do preenchimento com ácido hialurônico é sua versatilidade. Posso tratar praticamente qualquer área do rosto que tenha perdido volume ou que precise de melhor definição. Cada região exige um tipo específico de produto — mais denso ou mais fluido — e uma técnica de aplicação particular. Veja as áreas que mais frequentemente trato no meu consultório:
O sulco nasogeniano é aquela linha que vai da lateral do nariz até o canto da boca. É uma das queixas mais comuns dos meus pacientes, pois aprofunda-se com a idade e dá ao rosto um aspecto de cansaço e envelhecimento. Com o preenchimento, suavizo essa linha de forma gradual, sem eliminar completamente — o que pareceria artificial — mas atenuando o suficiente para rejuvenescer o semblante. Muitas vezes, o segredo está em preencher não apenas o sulco em si, mas também repor volume na região malar (maçã do rosto), que ao descer com a gravidade é a verdadeira causa do aprofundamento do sulco.
O preenchimento labial é um dos procedimentos mais pedidos e também um dos que mais exigem bom senso do profissional. Lábios bem preenchidos são aqueles que parecem naturalmente bonitos — volumosos na medida certa, com contorno definido, proporcionais ao rosto. Utilizo produtos de baixa densidade e alta maleabilidade para garantir que os lábios mantenham sua mobilidade natural. Trabalho respeitando as proporções faciais de cada paciente: o lábio inferior deve ser ligeiramente maior que o superior, e a projeção deve harmonizar com o nariz e o queixo.
A definição do contorno mandibular é uma das aplicações mais transformadoras do preenchimento facial. Um ângulo mandibular bem definido transmite juventude, determinação e beleza. Com produtos de alta densidade, consigo criar ou realçar o ângulo da mandíbula, definir a linha da mandíbula inteira e até corrigir pequenas assimetrias. É um procedimento que valorizo especialmente porque melhora o perfil do paciente de forma significativa, tanto em mulheres quanto em homens. Para quem busca refinamento nessa área de forma definitiva, a genioplastia ou a mentoplastia podem ser excelentes alternativas cirúrgicas.
As maçãs do rosto são estruturas fundamentais para um rosto jovem e atraente. Com o envelhecimento, a gordura malar desce e a região perde projeção. O preenchimento da região malar não só restaura o volume perdido, mas também eleva sutilmente os tecidos adjacentes, melhorando indiretamente o sulco nasogeniano e a região periorbital. Quando a perda de volume é mais acentuada, o enxerto de gordura facial pode ser uma opção mais duradoura, pois utiliza gordura do próprio paciente e oferece benefícios regenerativos através das células-tronco.
As olheiras profundas — aquele sulco escuro entre a pálpebra inferior e a bochecha — são uma queixa frequente. O preenchimento dessa região é delicado e exige técnica apurada, pois a pele ali é extremamente fina. Utilizo produtos específicos de baixa densidade e aplico com cânula para minimizar riscos. O resultado é uma suavização do sulco que elimina aquele aspecto de cansaço permanente. Para casos mais complexos envolvendo excesso de pele ou bolsas de gordura, a blefaroplastia pode ser a melhor indicação.
A perda de volume temporal é um sinal sutil mas significativo de envelhecimento. Quando as têmporas afundam, o terço superior do rosto perde sustentação e as sobrancelhas podem cair, dando um aspecto esquelético ao rosto. O preenchimento dessa região é simples, rápido e produz um efeito rejuvenescedor notável, restaurando a convexidade natural da região.
São as linhas que descem dos cantos da boca em direção ao queixo, dando ao rosto uma expressão de tristeza. O preenchimento dessas linhas, combinado com a reposição de volume na região malar, suaviza significativamente esse aspecto. Para resultados mais abrangentes no rejuvenescimento da porção inferior da face, o lifting facial pode ser considerado em casos de flacidez moderada a severa.
Uma das perguntas que mais recebo dos pacientes é: "Doutor, o senhor usa agulha ou cânula?" A resposta é: depende da área e do objetivo. Cada técnica tem suas vantagens específicas e utilizo ambas de acordo com a necessidade de cada caso.
A cânula é um instrumento com ponta romba (arredondada), que não corta os tecidos — ela os afasta. Isso significa menor risco de perfurar vasos sanguíneos, menos hematomas, menos inchaço e menor desconforto. Prefiro a cânula para áreas extensas como a mandíbula, as maçãs do rosto e principalmente a região das olheiras, onde a segurança é prioridade máxima. Com uma única punção de entrada, consigo distribuir o produto por uma área ampla, reduzindo significativamente o desconforto do procedimento.
A agulha oferece mais precisão em áreas que exigem aplicação pontual e detalhada. Utilizo agulha para o contorno labial, para pontos específicos do ângulo mandibular e para correções finas. A técnica com agulha permite depositar pequenas quantidades de produto com exatidão milimétrica, algo essencial quando o objetivo é um refinamento sutil.
Na maioria das sessões, combino ambas as técnicas. Por exemplo, em um tratamento completo de terço médio da face, posso usar cânula para a região malar e o sulco nasogeniano, e agulha para ajustes finos no contorno do lábio superior. Essa abordagem híbrida maximiza a segurança e a precisão do resultado.
Independentemente da técnica escolhida, sempre aplico anestesia tópica ou bloqueio anestésico local antes do procedimento. A maioria dos produtos de ácido hialurônico modernos já contém lidocaína em sua fórmula, o que torna a aplicação bastante confortável. Meus pacientes frequentemente se surpreendem com o quão tranquilo é o procedimento.
Nem todo ácido hialurônico é igual. Existem diferenças enormes entre os produtos disponíveis no mercado em termos de qualidade, durabilidade, comportamento nos tecidos e segurança. No meu consultório, trabalho exclusivamente com marcas de referência mundial que possuem extensos estudos clínicos comprovando sua eficácia e segurança.
A linha Juvederm é uma das mais completas e pesquisadas do mundo. Utilizo diferentes produtos dessa família conforme a necessidade:
A família Restylane é igualmente respeitada e oferece opções complementares:
Cada produto tem uma reologia diferente — ou seja, uma forma específica de se comportar dentro dos tecidos. Produtos mais densos e coesos sustentam melhor áreas que precisam de projeção. Produtos mais maleáveis integram-se melhor em áreas de movimento. Escolher o produto errado para a área errada pode resultar em irregularidades, aspecto artificial ou duração inferior ao esperado. É por isso que insisto em usar apenas produtos com extensos estudos clínicos: a previsibilidade do resultado é fundamental.
Importante: todos os produtos de ácido hialurônico que utilizo são reversíveis. Existe uma enzima chamada hialuronidase que dissolve o ácido hialurônico de forma rápida e segura. Isso significa que, em caso de qualquer insatisfação ou complicação rara, o procedimento pode ser revertido. Essa segurança adicional é algo que valorizo enormemente e transmite tranquilidade aos meus pacientes.
O preenchimento com ácido hialurônico é indicado para uma ampla gama de situações. Ao longo da minha experiência, identifiquei os perfis de pacientes que mais se beneficiam desse procedimento:
Pacientes entre trinta e quarenta e cinco anos que começam a notar perda de volume nas maçãs do rosto, aprofundamento discreto do sulco nasogeniano e diminuição do contorno mandibular. Nessa faixa, o preenchimento funciona como uma manutenção preventiva, retardando a necessidade de procedimentos mais invasivos.
Muitos dos meus pacientes que realizaram lifting facial, rinoplastia ou blefaroplastia utilizam o preenchimento como complemento para manter e refinar os resultados ao longo dos anos. É um excelente aliado na manutenção pós-cirúrgica.
Pacientes jovens que desejam melhorar proporções faciais — como projetar o queixo, definir a mandíbula ou aumentar os lábios — sem recorrer a cirurgia. O preenchimento permite "testar" mudanças antes de considerar procedimentos definitivos.
Todo rosto possui assimetrias naturais. O preenchimento é uma ferramenta excelente para atenuar diferenças entre os lados do rosto, seja em volume, contorno ou proporção.
Preciso ser honesto: o preenchimento tem limitações. Se você apresenta flacidez facial significativa, excesso de pele no pescoço ou queda importante dos tecidos, o ácido hialurônico não vai resolver seu problema. Nessas situações, o lifting facial é a indicação correta. Tentar compensar flacidez com volume excessivo de preenchimento é um erro comum que resulta em rostos inchados e artificiais — algo que recuso fazer nos meus pacientes.
Da mesma forma, para rugas de expressão dinâmicas — aquelas que aparecem com o movimento, como as da testa e os pés de galinha — a toxina botulínica (Botox) é o tratamento adequado, não o preenchimento. A combinação de Botox para rugas dinâmicas e preenchimento para perda de volume é uma estratégia poderosa que utilizo frequentemente.
Transparência é algo que prezo enormemente. Quero que você saiba exatamente o que acontece durante uma sessão de preenchimento no meu consultório. Sem surpresas, sem mistérios.
Tudo começa com uma consulta detalhada. Examino seu rosto em repouso e em movimento, avalio a qualidade da sua pele, a distribuição de volume, as proporções faciais e as assimetrias. Fotografamos seu rosto em múltiplos ângulos para documentação e planejamento. Discutimos suas expectativas e traço um plano de tratamento personalizado, incluindo quais áreas tratar, quais produtos usar e quantas sessões serão necessárias.
No dia do procedimento, limpo toda a área a ser tratada com solução antisséptica. Aplico creme anestésico tópico e, quando necessário, realizo bloqueio anestésico local — especialmente para tratamento dos lábios. Aguardo o tempo adequado para que a anestesia faça efeito pleno.
Com a pele preparada, inicio a aplicação seguindo o plano traçado. Trabalho com calma e precisão, avaliando o resultado a cada etapa. Peço que você se sente e se olhe no espelho durante o procedimento para que possamos decidir juntos se mais produto é necessário ou se o resultado já está satisfatório. Essa abordagem colaborativa garante que o resultado final atenda às suas expectativas.
Uma sessão completa de preenchimento dura entre trinta minutos e uma hora, dependendo do número de áreas tratadas. É um procedimento ambulatorial — você entra e sai do consultório no mesmo dia, sem necessidade de internação ou repouso absoluto.
Após a aplicação, posiciono delicadamente o produto com massagem quando necessário e aplico gelo para minimizar o inchaço. Forneço orientações escritas sobre os cuidados nas primeiras horas e dias. Você pode retornar às suas atividades normais imediatamente, com algumas restrições que detalharei a seguir.
Para minimizar o risco de hematomas e otimizar o resultado, oriento meus pacientes a seguir algumas recomendações nos dias que antecedem o procedimento:
Os cuidados pós-procedimento são simples mas importantes:
Algum inchaço é esperado e normal, especialmente nos lábios, onde pode ser mais pronunciado. Pequenos hematomas podem aparecer nos pontos de inserção da agulha ou cânula — são temporários e resolvem em cinco a sete dias. Uma leve assimetria nos primeiros dias é esperada devido ao inchaço desigual e não deve causar preocupação. O resultado definitivo se estabelece entre uma e duas semanas, quando todo o inchaço terá cedido.
Uma das perguntas mais frequentes é: "Quanto tempo dura o preenchimento?" A resposta varia conforme o produto utilizado, a área tratada e o metabolismo individual de cada paciente. Mas posso traçar um panorama geral:
O segredo para manter um resultado bonito e natural ao longo do tempo é o retoque periódico antes que o produto seja completamente absorvido. Recomendo uma sessão de manutenção a cada oito a doze meses, dependendo da área. Nessa sessão, a quantidade de produto necessária é geralmente menor que na primeira aplicação, pois existe um efeito cumulativo: o ácido hialurônico estimula a produção de colágeno ao redor da área tratada, e o próprio produto residual ainda oferece algum suporte.
Essa abordagem de manutenção regular é mais inteligente e econômica do que esperar o resultado desaparecer completamente e recomeçar do zero. E o resultado estético é superior, pois você nunca passa por aquele período de "retorno ao ponto de partida".
Estudos clínicos demonstram que aplicações regulares de ácido hialurônico estimulam a produção de colágeno tipo I e III na região tratada. Isso significa que, com o tempo, sua própria pele responde positivamente ao tratamento, produzindo mais sustentação natural. Pacientes que mantêm um programa regular de preenchimento frequentemente precisam de menos produto a cada sessão.
Como todo procedimento médico, o preenchimento facial tem riscos. Seria desonesto da minha parte minimizá-los. Porém, quando realizado por profissional qualificado, com produtos de qualidade e técnica adequada, as complicações graves são extremamente raras.
A complicação mais grave — e felizmente muito rara — é a oclusão vascular, quando o produto é inadvertidamente injetado dentro ou ao redor de um vaso sanguíneo, podendo comprometer o fluxo sanguíneo local. É por isso que o conhecimento profundo da anatomia vascular facial é absolutamente fundamental. Em minha prática, tenho protocolos rigorosos de segurança: aspiração antes da injeção, uso preferencial de cânula em áreas de risco, volumes pequenos por ponto de injeção e, sempre, hialuronidase disponível no consultório para dissolução imediata em caso de qualquer sinal de comprometimento vascular.
Essa é uma das razões pelas quais insisto na importância de escolher um profissional com formação adequada e profundo conhecimento anatômico. O rosto possui uma rede vascular complexa, com variações anatômicas entre indivíduos. Não existe substituto para o conhecimento e a experiência quando se trata de sua segurança.
Frequentemente meus pacientes perguntam: "Doutor, o que é melhor — preenchimento, Botox ou cirurgia?" A resposta é que não existe competição entre eles. Cada procedimento tem indicações específicas, e os melhores resultados geralmente vêm da combinação inteligente de técnicas diferentes.
A toxina botulínica atua relaxando músculos para suavizar rugas dinâmicas — aquelas que aparecem com o movimento (testa, glabela, pés de galinha). O preenchimento repõe volume e preenche sulcos estáticos — aqueles visíveis mesmo em repouso. São complementares, não concorrentes. A maioria dos meus pacientes se beneficia de ambos.
O enxerto de gordura utiliza gordura do próprio paciente para repor volume facial. A vantagem é que o resultado pode ser permanente (a gordura que sobrevive ao enxerto permanece definitivamente) e traz consigo células-tronco que regeneram a pele. A desvantagem é que exige um procedimento cirúrgico com lipoaspiração e tem um período de recuperação maior. O preenchimento com ácido hialurônico é ideal para quem busca resultados sem cirurgia e com recuperação rápida.
O lifting facial reposiciona os tecidos que desceram com o tempo — é a solução definitiva para flacidez. O preenchimento repõe volume. São coisas diferentes. Não adianta "encher" um rosto flácido de ácido hialurônico esperando que ele levante — isso só cria mais peso sobre tecidos que já estão cedendo. Para flacidez real, o lifting é a resposta.
Bioestimuladores de colágeno (como Sculptra e Radiesse) são uma categoria diferente. Em vez de preencher imediatamente, eles estimulam seu corpo a produzir colágeno ao longo de semanas e meses. O resultado é mais gradual e sutil, mas potencialmente mais natural em larga escala. Posso combinar preenchimento com ácido hialurônico para resultado imediato em áreas específicas, com bioestimuladores para melhora global da qualidade da pele e sustentação.
No meu consultório, pratico uma abordagem integrada de rejuvenescimento facial. Combino diferentes técnicas conforme a necessidade individual de cada paciente. Para muitos, o plano ideal inclui toxina botulínica para rugas de expressão, preenchimento para volume e contorno, e cuidados com a pele para textura e luminosidade. E quando a flacidez demanda, a cirurgia — seja o lifting, a blefaroplastia ou o lip lift — entra como peça fundamental do tratamento.
Com mais de vinte anos de prática em cirurgia plástica e mais de oito mil cirurgias realizadas, trago para o preenchimento facial a mesma exigência técnica e estética que aplico ao centro cirúrgico. Minha formação com o Professor Ivo Pitanguy me ensinou que cada detalhe importa — e no preenchimento facial, os detalhes fazem toda a diferença entre um resultado natural e um resultado artificial.
Sou membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da American Society of Plastic Surgeons (ASPS). Participo regularmente de congressos e cursos de atualização, acompanhando os avanços nos produtos e técnicas de preenchimento. Essa formação continuada é essencial porque a área evolui rapidamente — novos produtos, novas técnicas de aplicação e novos entendimentos sobre a anatomia facial surgem constantemente.
Acredito firmemente que o melhor preenchimento é aquele que ninguém percebe. Meu objetivo não é que as pessoas olhem para você e pensem "ela fez preenchimento". Meu objetivo é que olhem e pensem "ela está com uma aparência ótima". A diferença é sutil, mas fundamental.
Por isso, trabalho com volumes conservadores e prefiro dividir o tratamento em sessões quando necessário. É sempre mais fácil adicionar produto em uma sessão de retoque do que lidar com excesso. Essa abordagem gradual garante que o resultado evolua de forma harmoniosa, respeitando as proporções naturais do seu rosto.
Uma vantagem que ofereço aos meus pacientes é o olhar do cirurgião plástico. Conheço profundamente a anatomia facial — não apenas superficialmente, mas as camadas profundas, os ligamentos, os compartimentos de gordura, a rede vascular. Esse conhecimento me permite aplicar o preenchimento com uma precisão e segurança que só a formação cirúrgica proporciona. Além disso, posso avaliar honestamente quando o preenchimento é suficiente e quando um procedimento cirúrgico seria mais adequado — como uma rinoplastia para o nariz ou uma genioplastia para o queixo.
O desconforto é mínimo. Utilizo anestesia tópica em creme aplicada trinta minutos antes do procedimento e, para os lábios, realizo bloqueio anestésico local. Além disso, os produtos de ácido hialurônico que uso contêm lidocaína em sua fórmula, proporcionando anestesia progressiva durante a aplicação. A maioria dos pacientes descreve a sensação como uma leve pressão, não como dor.
Depende da área tratada e do produto utilizado. Em média, de seis a dezoito meses. Lábios tendem a durar menos (seis a doze meses) por conta da intensa movimentação. Maçãs do rosto e mandíbula duram mais (doze a dezoito meses). Recomendo retoques periódicos para manter o resultado sem nunca "perder" completamente o efeito.
Quando realizado com técnica adequada e volumes conservadores, sim. Minha filosofia é "menos é mais". Prefiro dividir o tratamento em sessões a aplicar volume excessivo de uma só vez. O resultado deve ser uma versão melhorada e rejuvenescida de você, não uma pessoa diferente.
Sim, e essa é uma das grandes vantagens do ácido hialurônico. A enzima hialuronidase dissolve o produto de forma rápida e segura. Mantenho sempre hialuronidase disponível no consultório. Em caso de insatisfação ou qualquer complicação, posso reverter o procedimento.
São procedimentos complementares com mecanismos totalmente diferentes. A toxina botulínica (Botox) relaxa músculos para suavizar rugas de expressão (testa, glabela, pés de galinha). O preenchimento repõe volume e preenche sulcos estáticos. A combinação de ambos é uma das estratégias mais eficazes de rejuvenescimento facial não cirúrgico.
Não existe idade mínima fixa. O que determina a indicação é a necessidade individual. Pacientes jovens podem buscar preenchimento para harmonização de proporções (lábios, mandíbula, queixo). A partir dos trinta anos, a reposição de volume perdido pelo envelhecimento começa a fazer sentido para muitas pessoas. A consulta presencial é a melhor forma de avaliar se e quando o preenchimento é indicado para você.
Não. O preenchimento repõe volume; o lifting reposiciona tecidos que desceram com a gravidade. São tratamentos diferentes para problemas diferentes. Tentar substituir um lifting por volumes excessivos de preenchimento é um erro que resulta em rostos inchados e artificiais. Se há flacidez significativa, o lifting é a indicação correta.
Sim, mas com precauções. Se você tem histórico de herpes labial e o preenchimento será nos lábios, prescrevo profilaxia antiviral (aciclovir ou valaciclovir) começando um dia antes do procedimento e mantendo por cinco dias. Isso reduz significativamente o risco de reativação do vírus.
O ácido hialurônico pode aparecer em ressonância magnética da face. Se você precisar realizar exame de imagem facial após o preenchimento, informe o médico solicitante e o radiologista. Isso evita confusão na interpretação dos resultados.
A quantidade varia enormemente conforme as áreas tratadas e o grau de perda de volume. Para lábios, geralmente uma seringa é suficiente. Para sulco nasogeniano, uma a duas seringas. Para um tratamento completo de face (malar, sulcos, mandíbula), podem ser necessárias três a seis seringas distribuídas em uma ou duas sessões. Defino a quantidade exata durante a consulta, após avaliação detalhada.
Não recomendo. Embora não existam estudos demonstrando efeitos adversos do ácido hialurônico na gestação ou amamentação, por precaução e ética médica, prefiro aguardar até o término da amamentação para realizar o procedimento.
A segurança do preenchimento depende diretamente da qualificação do profissional. O conhecimento profundo da anatomia vascular facial é essencial para evitar complicações graves como oclusão vascular. Procure sempre um médico especialista — de preferência cirurgião plástico ou dermatologista — com formação comprovada e experiência documentada. Desconfie de preços muito abaixo do mercado e de profissionais que não são médicos realizando o procedimento.
Se você chegou até aqui, é porque está considerando seriamente o preenchimento facial. O próximo passo é simples: agende uma consulta comigo. Minha equipe está pronta para atendê-lo, responder suas dúvidas e encontrar o melhor horário para sua avaliação.
Saiba mais sobre a primeira consulta, o investimento e as orientações de preparação pré-cirúrgica e recuperação pós-operatória.
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