Se você está lendo esta página, provavelmente convive com um lóbulo de orelha rasgado por um brinco que foi puxado, ou com aquele furo que foi se alargando ao longo dos anos pelo peso de brincos pesados. Talvez tenha usado alargadores na adolescência e agora deseja reverter a modificação. Seja qual for a causa, quero que saiba: a lobuloplastia é uma das cirurgias mais gratificantes que realizo.
Digo isso porque, apesar de ser um procedimento relativamente simples, o impacto na autoestima é enorme. O lóbulo da orelha é uma estrutura pequena, mas extremamente visível. Um lóbulo rasgado ou deformado chama atenção, limita o uso de brincos e pode causar constrangimento no dia a dia. A boa notícia? A correção é rápida, feita com anestesia local, e os resultados são excelentes.
Ao longo de mais de vinte anos de prática em cirurgia plástica e mais de oito mil procedimentos realizados, desenvolvi uma sensibilidade especial para essas cirurgias que, embora menores em escala, exigem precisão milimétrica. Afinal, estamos falando de uma estrutura onde cada milímetro faz diferença no resultado estético final.
A lobuloplastia é a cirurgia plástica de reparo do lóbulo da orelha. Ela corrige fissuras parciais ou completas (lóbulo totalmente dividido), furos excessivamente alargados por brincos pesados ou alargadores, e deformidades congênitas ou traumáticas do lóbulo. O procedimento reconstrói a anatomia natural do lóbulo, devolvendo sua forma arredondada e simétrica.
É importante diferenciar a lobuloplastia da otoplastia, que corrige orelhas proeminentes (de abano). A lobuloplastia trata exclusivamente o lóbulo, enquanto a otoplastia remodela a cartilagem da orelha como um todo. Em alguns casos, ambos os procedimentos podem ser combinados no mesmo tempo cirúrgico.
Ao longo da minha carreira, identifiquei que os lóbulos chegam danificados ao meu consultório por quatro razões principais. Entender a causa é fundamental para planejar a melhor técnica de reparo.
Este é o cenário mais comum. O furo do brinco, que inicialmente era um pequeno orifício, vai se alongando gradualmente ao longo de décadas. Brincos de argola grandes, brincos com pedras pesadas e bijuterias volumosas exercem uma tração constante sobre o tecido do lóbulo. Com o tempo, o lóbulo perde elasticidade — especialmente após os quarenta anos, quando a produção de colágeno diminui — e o furo se transforma em uma fenda alongada. Em alguns casos, o brinco chega a escapar pela parte inferior do lóbulo.
Acidentes em que o brinco é puxado bruscamente — por uma criança, durante a prática esportiva, ao vestir uma blusa ou ao se enroscar em algo — podem rasgar o lóbulo parcial ou completamente. Esse tipo de lesão é mais dramático visualmente, mas paradoxalmente pode ser mais simples de corrigir, pois as bordas do rasgo são geralmente regulares e frescas.
Alargadores (ou plugs) que expandem progressivamente o furo do lóbulo podem criar aberturas de vários centímetros de diâmetro. Quando o paciente decide reverter a modificação, a lobuloplastia é o único caminho. Nesses casos, o reparo é mais complexo, pois há perda significativa de tecido e o lóbulo precisa ser reconstruído praticamente do zero.
Algumas pessoas desenvolvem queloides (cicatrizes excessivas) nos furos dos brincos, criando nódulos duros e esteticamente indesejáveis. A lobuloplastia pode remover esses queloides e reconstruir o lóbulo, embora nesses casos sejam necessários cuidados especiais no pós-operatório para evitar a recorrência.
A lobuloplastia é indicada para homens e mulheres de qualquer idade que apresentem uma ou mais das seguintes condições:
As contraindicações são poucas. Pacientes com doenças que comprometam a cicatrização (diabetes descompensado, por exemplo), infecções ativas no local ou expectativas irrealistas devem ser avaliados caso a caso. Na consulta, examino cada situação individualmente e explico exatamente o que posso e o que não posso alcançar.
Frequentemente, pacientes que me procuram para um lifting facial ou uma blefaroplastia aproveitam para corrigir os lóbulos no mesmo tempo cirúrgico. Da mesma forma, quem faz uma otoplastia pode associar a lobuloplastia se houver necessidade. Essa abordagem combinada é segura e evita uma segunda anestesia.
Procedimentos como o preenchimento facial com ácido hialurônico também podem ser úteis em lóbulos que perderam volume com a idade, mas não substituem a lobuloplastia quando há rasgo ou deformidade estrutural. Em casos de perda de volume sem rasgo, o enxerto de gordura é outra opção que oferece resultado mais duradouro.
Não existe uma técnica única que sirva para todos os casos. A escolha da técnica depende do tipo de lesão, da quantidade de tecido disponível e do resultado desejado. Ao longo de duas décadas, dominei diversas abordagens que me permitem oferecer a melhor solução para cada situação específica.
Quando o lóbulo está completamente dividido, a técnica mais utilizada consiste em remover a pele que cicatrizou ao longo das bordas do rasgo, criando superfícies cruentas (vivas) que serão suturadas entre si. É como transformar uma cicatriz antiga em uma ferida fresca para que ela cicatrize corretamente.
Faço as incisões com precisão milimétrica, removendo o mínimo de tecido necessário para preservar o tamanho natural do lóbulo. A sutura é feita em duas camadas: pontos internos com fio absorvível para dar resistência, e pontos externos com fio fino de nylon para garantir a melhor estética da cicatriz.
Uma preocupação importante na lobuloplastia é evitar o entalhe (notch) na borda inferior do lóbulo. Quando se fecha um rasgo em linha reta, a cicatriz pode contrair durante a cura e criar uma reentrância visível na margem do lóbulo. Para evitar isso, utilizo retalhos locais em formato de Z ou L que redistribuem a tensão da cicatriz e preservam o contorno arredondado natural.
Essa técnica é especialmente importante em rasgos que se estendem até a borda do lóbulo. O pequeno retalho triangular que crio durante a cirurgia funciona como uma peça de quebra-cabeça que se encaixa perfeitamente, eliminando qualquer risco de deformidade no contorno.
Quando o furo do brinco está muito alargado mas o lóbulo não rasgou completamente, utilizo uma abordagem diferente. Removo o excesso de pele ao redor do furo, transformando o orifício oval e alongado em bordas que podem ser suturadas com precisão. O resultado é um lóbulo íntegro, pronto para ser furado novamente após a cicatrização completa.
Este é o cenário mais desafiador. Quando alargadores de grande diâmetro expandiram o furo por meses ou anos, há perda real de tecido e adelgaçamento do lóbulo remanescente. A reconstrução envolve retalhos mais elaborados, eventualmente reduzindo o tamanho do lóbulo, mas restaurando uma aparência natural e simétrica. Em casos extremos, pode ser necessário um segundo tempo cirúrgico para refinamento.
A lobuloplastia é uma cirurgia ambulatorial, ou seja, você vem ao consultório, faz o procedimento e vai para casa no mesmo dia. Não há necessidade de internação hospitalar. Veja como funciona cada etapa:
Na consulta, examino detalhadamente seus lóbulos, avalio o tipo e a extensão da lesão, a qualidade do tecido disponível e sua capacidade de cicatrização. Fotografo os lóbulos em múltiplos ângulos para documentação e planejamento cirúrgico. Conversamos sobre suas expectativas: deseja voltar a usar brincos? Prefere não furar novamente? Isso influencia diretamente a técnica que escolherei.
A cirurgia é realizada sob anestesia local com lidocaína e adrenalina. Aplico o anestésico com agulha ultrafina, causando apenas um leve desconforto momentâneo. Em poucos minutos, o lóbulo fica completamente insensível. Você permanece acordado e confortável durante todo o procedimento, que dura entre vinte e quarenta minutos por orelha.
Com o lóbulo anestesiado, realizo as incisões planejadas com bisturi, removo o tecido cicatricial das bordas do rasgo e suturo em camadas. Cada ponto é dado com cuidado extremo — lembre-se, estamos trabalhando em uma estrutura de poucos centímetros onde cada detalhe é visível. Utilizo fios finos (nylon 5-0 ou 6-0) para minimizar as marcas dos pontos.
Ao final, aplico um curativo leve com micropore. Você recebe prescrição de analgésico simples (a dor é mínima) e antibiótico tópico. As orientações são simples: não dormir sobre a orelha operada nos primeiros dias, evitar trauma no local e retornar para revisão conforme agendado.
Uma das grandes vantagens da lobuloplastia é a recuperação extremamente tranquila. Como se trata de um procedimento localizado e sob anestesia local, o impacto no seu dia a dia é mínimo.
Pode haver um leve inchaço e sensibilidade no lóbulo, controlados facilmente com paracetamol. A maioria dos pacientes relata desconforto mínimo, muito diferente de dor. Mantenha o curativo limpo e seco. Evite molhar os lóbulos no banho — proteja com uma touca de banho ou simplesmente tenha cuidado ao lavar o cabelo.
Os pontos são removidos entre sete e dez dias após a cirurgia. Até lá, continue com o antibiótico tópico conforme orientado. Você pode trabalhar normalmente no dia seguinte ao procedimento — não há restrição de atividades, exceto evitar esportes de contato ou qualquer situação que possa traumatizar as orelhas.
Após a remoção dos pontos, a cicatriz estará rosada e ligeiramente elevada. Isso é completamente normal. Oriento o uso de micropore sobre a cicatriz por trinta dias para modular a cicatrização e minimizar o alargamento da cicatriz. A cicatriz vai amadurecendo e clareando progressivamente.
A cicatriz atinge sua maturidade. Nesse ponto, ela estará fina, clara e praticamente imperceptível, especialmente em peles mais claras. Em pacientes com tendência a cicatrização hipertrófica, posso indicar tratamentos complementares como infiltração de corticoide ou placas de silicone.
Esta é a pergunta que mais ouço. Recomendo esperar pelo menos três meses antes de furar novamente o lóbulo. E quando fizer o novo furo, é essencial que ele seja posicionado em tecido saudável, e não sobre a cicatriz. Oriento que o novo furo seja feito em uma posição ligeiramente diferente da anterior, em local que eu indico na consulta de retorno.
Após o novo furo, recomendo usar inicialmente brincos leves (argolas finas, pequenos studs) e evitar brincos pesados por pelo menos mais três meses. A ideia é dar tempo ao tecido para se fortalecer antes de submetê-lo novamente a peso.
A lobuloplastia é uma cirurgia de baixo risco, mas como todo procedimento cirúrgico, possui complicações potenciais que você deve conhecer. Minha filosofia é sempre a transparência total com meus pacientes.
Toda cirurgia deixa cicatriz. Na lobuloplastia, a cicatriz é inevitável, mas com técnica adequada e cuidados no pós-operatório, ela se torna muito discreta. A localização da cicatriz depende da técnica utilizada, mas geralmente fica na parte anterior ou na borda do lóbulo, onde é parcialmente disfarçada pela anatomia natural.
Pacientes com histórico de queloides merecem atenção especial. O lóbulo da orelha é, aliás, uma das regiões do corpo mais propensas à formação de queloides. Se você já teve queloide em qualquer parte do corpo, discutiremos estratégias preventivas antes da cirurgia, como o uso de betaterapia (radioterapia superficial) nas primeiras horas após o procedimento, infiltração de corticoide e compressão com brincos de pressão.
Nenhum rosto é perfeitamente simétrico, e os lóbulos não são exceção. Faço o máximo para obter simetria entre os dois lados, mas pequenas diferenças podem existir e geralmente são imperceptíveis.
Se o paciente voltar a usar brincos muito pesados ou sofrer novo trauma, o lóbulo pode rasgar novamente. Por isso, a educação pós-operatória é parte fundamental do meu trabalho: oriento sobre o tipo e peso de brincos adequados, a importância de retirá-los para dormir e como proteger os lóbulos durante atividades físicas.
Extremamente rara quando as orientações pós-operatórias são seguidas. O uso de antibiótico tópico e a higiene adequada do local praticamente eliminam esse risco.
Além de reparar rasgos e furos alargados, a lobuloplastia tem uma indicação que muitas pessoas desconhecem: o rejuvenescimento do lóbulo envelhecido.
Com o passar dos anos, os lóbulos sofrem as mesmas alterações que o restante da face. Perdem colágeno, perdem gordura subcutânea, ficam flácidos e alongados. Aqueles lóbulos cheios e arredondados da juventude se transformam em lóbulos finos, pendulares e com vincos horizontais. Essa mudança é sutil, mas contribui significativamente para a aparência envelhecida.
Posso reduzir lóbulos que ficaram excessivamente longos com a idade, removendo uma cunha de tecido na região inferior e reconstruindo um contorno mais jovem e harmonioso. Essa cirurgia é frequentemente combinada com o lifting de face, que naturalmente traciona o lóbulo durante o reposicionamento dos tecidos faciais.
Lóbulos que perderam volume e ficaram finos como papel podem ser preenchidos com ácido hialurônico ou, preferencialmente, com enxerto de gordura. O preenchimento devolve a plenitude juvenil ao lóbulo e melhora significativamente a forma como os brincos ficam posicionados.
É impressionante como essa pequena intervenção pode rejuvenescer a aparência da orelha e, por extensão, de todo o perfil facial. Lóbulos cheios e bem contornados são um sinal de juventude que muitas vezes passa despercebido até que os recuperamos.
Uma parte essencial do sucesso a longo prazo da lobuloplastia é a mudança de hábitos com brincos. Não adianta reparar o lóbulo se você voltar a cometer os mesmos erros que causaram o problema inicial.
Quando o momento de refurar chegar (após três meses), o ideal é que isso seja feito por mim ou sob minha orientação. Avalio o tecido cicatricial, identifico a região com maior espessura e resistência, e marco o ponto exato para o novo furo. Isso evita que o furo fique sobre a cicatriz — o que enfraqueceria o reparo — e garante que o brinco fique esteticamente bem posicionado.
O furo deve ser feito com agulha específica e não com pistola perfuradora, que causa trauma excessivo ao tecido. Após a perfuração, use brincos hipoalergênicos (titânio ou ouro) nos primeiros meses para evitar reações alérgicas que poderiam comprometer a cicatrização.
Entendo que o investimento financeiro é uma preocupação legítima. O valor da lobuloplastia varia conforme a complexidade do caso: se é um ou dois lóbulos, se há rasgo simples ou necessidade de reconstrução mais elaborada, e se haverá combinação com outros procedimentos.
De modo geral, a lobuloplastia é um dos procedimentos mais acessíveis em cirurgia plástica. Por ser realizada em consultório com anestesia local, não há custos de centro cirúrgico, anestesista ou internação. Isso torna o valor significativamente mais baixo do que cirurgias maiores.
Na consulta, após avaliar seu caso específico, apresento o valor exato e as condições de pagamento. Não trabalho com orçamentos por telefone ou WhatsApp, pois considero fundamental examinar pessoalmente cada paciente antes de definir a conduta e o investimento necessário.
Muitas pacientes gastam fortunas em brincos caros que não conseguem usar porque o lóbulo está rasgado. Outras evitam prender o cabelo ou usar coque por vergonha de expor as orelhas. O impacto na autoestima e na liberdade estética é muito maior do que o investimento em uma cirurgia que resolve o problema definitivamente em menos de uma hora.
Formei-me pela Universidade Estadual de Londrina e tive o privilégio de ser aluno do Professor Ivo Pitanguy, o maior nome da cirurgia plástica brasileira. Com ele, aprendi que não existem cirurgias pequenas ou grandes — existem pacientes que merecem o mesmo nível de dedicação independentemente da complexidade do procedimento.
Essa filosofia se aplica perfeitamente à lobuloplastia. Embora seja uma cirurgia tecnicamente simples comparada a um lifting facial deep plane, ela exige o mesmo rigor no planejamento, na execução e no acompanhamento pós-operatório. Um lóbulo mal reparado é visível a olhos nus e pode ser pior que o problema original.
Sou membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da American Society of Plastic Surgeons (ASPS). Ao longo de mais de vinte anos e mais de oito mil cirurgias, acumulei experiência ampla em procedimentos faciais de todas as complexidades, desde os mais delicados — como a lobuloplastia — até os mais complexos.
Muitas pessoas consideram fazer a lobuloplastia com dermatologistas ou em clínicas de estética. Embora existam profissionais competentes nessas áreas, o cirurgião plástico possui formação específica em técnicas de retalho, sutura estética e reconstrução tecidual que fazem diferença no resultado final. A diferença entre uma cicatriz bonita e uma cicatriz visível está nos detalhes técnicos que apenas anos de treinamento cirúrgico proporcionam.
Na minha clínica em Londrina, ofereço um ambiente cirúrgico completo, com toda a estrutura necessária para procedimentos ambulatoriais seguros. Cada lobuloplastia recebe a mesma atenção e preparo que dedico a qualquer outra cirurgia plástica.
A cirurgia em si é indolor, pois é realizada sob anestesia local. Você sente apenas a picadinha inicial do anestésico. No pós-operatório, o desconforto é mínimo e facilmente controlado com analgésico comum como paracetamol. A maioria dos meus pacientes relata que a dor é muito menor do que imaginavam.
Entre vinte e quarenta minutos por lóbulo, dependendo da complexidade. Se os dois lóbulos precisam de reparo, a cirurgia total dura cerca de uma hora. É um procedimento rápido realizado no consultório, sem necessidade de internação.
Sim. Como a lobuloplastia é feita com anestesia local e não envolve estruturas profundas, a recuperação é muito rápida. A maioria dos pacientes retorna às suas atividades normais no dia seguinte. O curativo é discreto e pode ser coberto pelo cabelo.
Recomendo esperar pelo menos três meses para fazer um novo furo. Esse período é necessário para que a cicatriz amadureça e o tecido readquira resistência adequada. O novo furo deve ser feito sob orientação médica, em posição diferente da anterior, para não comprometer o reparo cirúrgico.
Toda cirurgia deixa cicatriz, mas na lobuloplastia ela é extremamente discreta. Utilizo técnicas de sutura refinadas e fios finos que resultam em cicatrizes quase imperceptíveis após a maturação completa (três a seis meses). O uso de micropore no pós-operatório ajuda a otimizar a qualidade da cicatriz.
Sim, é muito comum operar ambos os lóbulos na mesma sessão. Isso é perfeitamente seguro e evita a necessidade de um segundo procedimento. O tempo de cirurgia aumenta apenas trinta a quarenta minutos e a recuperação é a mesma.
Sim, mas com cuidados especiais. Pacientes com histórico de queloide requerem medidas preventivas como betaterapia (radioterapia superficial) nas primeiras 24-48 horas após a cirurgia, infiltração de corticoide e acompanhamento mais rigoroso. Discuto todas essas estratégias na consulta para que você tome uma decisão informada.
Sim. A reversão de alargadores é um dos motivos mais frequentes de lobuloplastia em pacientes jovens. O resultado depende do diâmetro do alargador e da quantidade de tecido remanescente. Em alargadores menores (até 10mm), o resultado costuma ser excelente. Para diâmetros maiores, a reconstrução é mais complexa e o lóbulo final pode ficar ligeiramente menor que o original.
Sim, desde que você cuide adequadamente dos seus lóbulos após a cirurgia. Evite brincos excessivamente pesados, retire-os para dormir e proteja as orelhas durante atividades que possam causar trauma. Com esses cuidados simples, o resultado dura para a vida toda.
A otoplastia corrige a forma e posição da orelha como um todo (por exemplo, orelhas de abano), envolvendo remodelagem da cartilagem. A lobuloplastia trata exclusivamente o lóbulo — a parte mole e inferior da orelha. São procedimentos diferentes que podem, em alguns casos, ser combinados.
A lobuloplastia é considerada procedimento estético na maioria dos casos e não costuma ser coberta por planos de saúde ou SUS. Exceções podem existir em casos de trauma recente (rasgo agudo) ou reconstrução pós-queloide, que podem ter cobertura parcial. Consulte seu plano de saúde para verificar sua situação específica.
Para a lobuloplastia isolada sob anestesia local, não são necessários exames pré-operatórios na maioria dos casos. Pacientes que usam anticoagulantes, diabéticos ou com condições de saúde específicas podem precisar de exames complementares, que serão solicitados na consulta de avaliação.
Se você convive com um lóbulo rasgado, alargado ou deformado e deseja recuperar a aparência natural das suas orelhas, agende uma consulta comigo. Minha equipe está pronta para atendê-lo, responder suas dúvidas e encontrar o melhor horário para sua avaliação.
Saiba mais sobre a primeira consulta, o investimento e as orientações de preparação pré-cirúrgica e recuperação pós-operatória.
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