Se você sente que seu queixo é curto demais, longo demais, recuado ou assimétrico, provavelmente já pesquisou sobre diversas opções. Próteses de silicone, preenchimento com ácido hialurônico, bioestimuladores. Mas existe uma cirurgia que resolve o problema de forma definitiva, movendo o próprio osso do paciente: a genioplastia óssea.
Ao longo de mais de vinte anos realizando cirurgias plásticas faciais, percebi que o queixo é uma das estruturas que mais influenciam a harmonia do rosto. Um queixo bem posicionado muda completamente o perfil, o equilíbrio entre nariz e face, e até a definição do pescoço. E nenhum procedimento oferece resultado tão preciso e duradouro quanto a osteotomia do mento.
A genioplastia óssea consiste em fazer um corte controlado no osso da mandíbula, na região do queixo, e reposicioná-lo exatamente onde ele precisa estar. Posso avançar, recuar, encurtar, alongar ou até corrigir assimetrias laterais. Tudo em um único procedimento, com resultado permanente, porque estamos trabalhando com o próprio osso do paciente.
A mentoplastia com prótese de silicone é uma cirurgia válida em muitos casos, mas tem limitações. A prótese só aumenta o queixo para frente; não consegue encurtá-lo, alongá-lo ou corrigir assimetrias de forma tridimensional. Além disso, existe sempre o risco de reabsorção óssea a longo prazo e de deslocamento do implante.
Já o preenchimento com ácido hialurônico é temporário por natureza — dura de doze a dezoito meses e precisa ser repetido indefinidamente. Para quem deseja uma correção definitiva, não faz sentido depender de reaplicações constantes.
A genioplastia óssea resolve tudo de uma vez. É o seu próprio osso, na posição ideal, fixado com miniplacas de titânio que permanecem para sempre. Sem corpo estranho, sem manutenção, sem reabsorção.
A beleza facial depende de proporções. Quando analiso um rosto, avalio a relação entre três terços: o terço superior (testa até sobrancelhas), o terço médio (sobrancelhas até base do nariz) e o terço inferior (base do nariz até queixo). O queixo é o protagonista do terço inferior e sua posição influencia toda a percepção de harmonia.
Essa é a indicação mais comum. O queixo retraído faz o nariz parecer maior do que realmente é, diminui a definição do ângulo entre queixo e pescoço, e pode criar uma aparência de rosto "fraco" ou infantilizado. Com a genioplastia de avanço, posiciono o osso para frente, criando um perfil equilibrado e um ângulo cervico-mentoniano elegante.
Menos comum, mas igualmente incômodo. Um queixo excessivamente projetado pode endurecer os traços, especialmente em mulheres que desejam um perfil mais delicado. A osteotomia de recuo resolve isso com precisão milimétrica.
Alguns pacientes têm o queixo bem posicionado no sentido anteroposterior, mas com altura inadequada. Um queixo verticalmente longo alonga o terço inferior do rosto e pode dificultar o fechamento labial, criando tensão no músculo mentoniano. Já um queixo curto encurta o terço inferior e pode dar a impressão de um rosto arredondado. A genioplastia permite tanto encurtar quanto alongar o queixo verticalmente.
A assimetria facial é mais comum do que as pessoas imaginam. Em muitos casos, o queixo está desviado para um lado, criando uma desproporção visível, especialmente em fotografias. Com a osteotomia, posso lateralizar o fragmento ósseo para corrigir a simetria.
Frequentemente, a genioplastia é realizada em conjunto com a rinoplastia. Quando o queixo é recuado, o nariz parece proporcionalmente maior. Ao corrigir os dois simultaneamente, o resultado é um perfil harmonioso e natural. Essa combinação é especialmente poderosa na rinoplastia masculina, onde um queixo forte e bem definido complementa perfeitamente um nariz reto.
A cirurgia é realizada sob anestesia geral ou sedação profunda, dependendo de sua complexidade e de eventuais procedimentos associados. A duração varia de uma a duas horas.
A incisão é feita por dentro da boca, no sulco entre o lábio inferior e a gengiva. Isso significa que não há nenhuma cicatriz visível no rosto. Através dessa via, exponho toda a região anterior da mandíbula com visão direta e segura.
O nervo mentoniano emerge do osso mandibular de cada lado e é responsável pela sensibilidade do lábio inferior e do queixo. Antes de qualquer corte no osso, identifico e protejo cuidadosamente ambos os nervos. Essa etapa é fundamental para preservar a sensibilidade no pós-operatório.
Com uma serra oscilatória ou piezoelétrica, realizo um corte horizontal no osso da mandíbula, abaixo das raízes dos dentes e do forame mentoniano. Esse corte separa o fragmento inferior do queixo (o mento) do restante da mandíbula, criando um segmento ósseo que posso movimentar livremente.
Aqui está a beleza da genioplastia óssea. O fragmento pode ser movido em qualquer direção:
Uma vez posicionado o fragmento na posição ideal, fixo com miniplacas e parafusos de titânio. São peças minúsculas, biocompatíveis, que permanecem no osso permanentemente sem causar nenhum problema. Não disparam alarmes em aeroportos e não precisam ser removidas.
A mucosa oral é suturada com fios absorvíveis. Aplico um curativo compressivo externo (micropore e faixa) que ajuda a controlar o inchaço e manter os tecidos moles acomodados sobre a nova posição do osso.
A genioplastia não é uma cirurgia que se planeja "no olho". Cada milímetro de movimento faz diferença no resultado final. Por isso, meu planejamento segue etapas rigorosas.
Solicito uma telerradiografia lateral da face, que permite medir com precisão as relações esqueléticas entre maxila, mandíbula, queixo e base do crânio. Utilizo traçados cefalométricos para determinar exatamente quantos milímetros o queixo precisa avançar, recuar, subir ou descer.
Fotografo o paciente em posição natural da cabeça e analiso as proporções dos terços faciais, o ângulo nasolabial, o ângulo cervicomentoniano e a relação entre o lábio inferior e o queixo. Essa análise complementa os dados radiográficos e ajuda a definir o plano cirúrgico ideal.
Em casos mais complexos, especialmente quando há assimetrias significativas, solicito uma tomografia computadorizada com reconstrução 3D. Isso me permite visualizar a estrutura óssea tridimensionalmente e planejar os cortes com máxima precisão.
Utilizo software de simulação para mostrar ao paciente uma prévia do resultado esperado. Embora a simulação não seja uma garantia, ela ajuda enormemente a alinhar expectativas e permite que o paciente participe ativamente do planejamento.
Todo esse cuidado no planejamento é o que separa um resultado medíocre de um resultado excelente. A genioplastia é uma cirurgia de precisão milimétrica, e eu trato cada caso com o rigor que ele merece.
Essa é uma das perguntas que mais ouço no consultório. A resposta depende do que precisa ser corrigido.
Se o paciente precisa apenas de aumento na projeção anterior do queixo (para frente), com altura vertical adequada e sem assimetria, a prótese de silicone pode ser uma boa opção. É uma cirurgia mais simples, mais rápida e com recuperação mais curta.
A genioplastia é necessária quando:
Na minha experiência, quando o paciente tem indicação clara para genioplastia óssea, os benefícios superam amplamente as desvantagens. É uma cirurgia que faço com frequência e com resultados consistentemente satisfatórios.
Muitos pacientes chegam ao consultório reclamando do nariz, quando na verdade o problema principal está no queixo. É uma situação mais comum do que se imagina. O rosto funciona como um sistema de proporções interdependentes, e alterar uma estrutura impacta a percepção de todas as outras.
Em um perfil harmonioso, a ponta do nariz e o ponto mais anterior do queixo devem estar aproximadamente na mesma linha vertical (linha de Ricketts) ou próximos dela. Quando o queixo está recuado, o nariz parece proporcionalmente grande, mesmo que suas dimensões sejam normais. Corrigir o queixo pode tornar desnecessária uma rinoplastia — ou, quando a rinoplastia é necessária, o resultado combinado é muito mais equilibrado.
O ângulo cervicomentoniano — aquele ângulo entre o queixo e o pescoço — depende diretamente da projeção do queixo. Um queixo recuado cria um ângulo obtuso, dando a impressão de papada mesmo em pacientes magros. Ao avançar o queixo com a genioplastia, melhoro significativamente a definição do pescoço. Essa melhora pode ser potencializada quando combinamos a genioplastia com um neck lift.
O sulco mentolabial (a dobra entre o lábio inferior e o queixo) é profundamente influenciado pela posição do queixo. Um queixo muito projetado pode achatar esse sulco; um queixo recuado pode aprofundá-lo excessivamente. Na genioplastia, consigo modular essa relação com precisão.
Existem diferenças importantes entre o queixo masculino e o feminino ideais. No homem, um queixo mais projetado, mais angular e mais largo transmite força e masculinidade. Na mulher, um queixo levemente mais delicado, com contornos suaves e formato mais ovalado, é geralmente mais harmonioso. Essas diferenças guiam meu planejamento de forma individualizada.
Raramente o queixo é o único aspecto do rosto que precisa de atenção. Em minha prática, combino a genioplastia com outros procedimentos para alcançar harmonia facial completa.
Como mencionei, a combinação rinoplastia + genioplastia é uma das mais poderosas da cirurgia plástica facial. Corrigir nariz e queixo simultaneamente transforma o perfil de forma surpreendente. A cirurgia combinada é feita no mesmo tempo anestésico, sem aumentar significativamente os riscos.
Em pacientes com envelhecimento facial e queixo recuado, associo a genioplastia ao lifting facial deep plane. O avanço do queixo melhora o contorno mandibular e complementa o rejuvenescimento proporcionado pelo lifting.
A bichectomia (remoção das bolas de Bichat) pode ser associada à genioplastia para criar uma definição facial ainda maior. A combinação é especialmente interessante em pacientes que desejam um rosto mais anguloso e definido.
Quando há acúmulo de gordura sob o queixo, posso associar uma lipoaspiração submentoniana à genioplastia. O avanço do osso combinado com a remoção da gordura cria um ângulo cervicomentoniano espetacular.
Após a genioplastia, pode ser interessante complementar com preenchimento facial em áreas como o ângulo mandibular ou as maçãs do rosto para maximizar a harmonia global.
Cada rosto é único, e a genioplastia exige planejamento meticuloso. Na consulta, dedico tempo para entender exatamente o que o incomoda, avaliar sua anatomia e determinar o melhor plano cirúrgico.
Quinze dias antes e quinze dias depois da cirurgia:
O tabagismo deve ser interrompido pelo mesmo período. A nicotina compromete a circulação e dificulta a cicatrização óssea e dos tecidos moles.
A recuperação da genioplastia óssea é surpreendentemente tranquila para a maioria dos pacientes. Claro que existem desconfortos, mas são perfeitamente manejáveis.
Haverá inchaço significativo na região do queixo e lábio inferior. Isso é completamente esperado. Aplique compressas frias conforme orientado e mantenha a cabeça elevada. A dor é moderada e bem controlada com a medicação prescrita. Dieta líquida e pastosa nos primeiros dias.
O inchaço atinge seu pico entre o segundo e o terceiro dia e começa a diminuir progressivamente. Equimoses (manchas roxas) podem aparecer na região do queixo e pescoço. Mantenha a higiene oral rigorosa com enxaguante bucal antisséptico, já que a incisão é dentro da boca. Evite alimentos duros ou que exijam mastigação vigorosa.
A maior parte do inchaço já cedeu. Os fios de sutura absorvíveis começam a se dissolver. Você pode retornar às atividades leves. A sensibilidade do lábio inferior pode estar alterada — formigamento ou dormência parcial são normais e temporários.
Retorno progressivo às atividades normais. Evite esportes de contato e qualquer trauma na região do queixo. A consolidação óssea está em andamento — o fragmento está se fundindo à mandíbula na nova posição.
O inchaço residual continua cedendo lentamente. A sensibilidade do lábio geralmente retorna completamente nesse período. O resultado final começa a se definir.
Entre seis meses e um ano, o resultado está completo. A consolidação óssea é total, os tecidos moles se acomodaram e o resultado é permanente. Esse é o queixo que você terá para o resto da vida.
Como qualquer cirurgia, a genioplastia óssea tem riscos. Acredito que a transparência sobre eles é fundamental para que você tome uma decisão informada.
É a complicação mais frequente. Mesmo com proteção cuidadosa do nervo mentoniano, algum grau de dormência ou formigamento no lábio inferior e queixo é esperado nos primeiros meses. Na grande maioria dos casos, a sensibilidade retorna completamente entre três e seis meses. Lesão permanente do nervo é extremamente rara quando a cirurgia é realizada por um cirurgião experiente.
A precisão do planejamento e da execução minimiza esse risco, mas pequenas assimetrias podem ocorrer. Em raros casos, pode ser necessária uma revisão cirúrgica.
A cavidade oral contém bactérias, o que torna a higiene pós-operatória essencial. Utilizo antibioticoprofilaxia e oriento o paciente sobre cuidados rigorosos com a higiene bucal. A incidência de infecção é baixa.
Afrouxamento ou fratura das miniplacas e parafusos é excepcional, mas possível. Ocorre geralmente quando o paciente sofre trauma na região antes da consolidação óssea completa.
Diferente das próteses, a genioplastia óssea apresenta taxa mínima de reabsorção, já que estamos reposicionando osso vascularizado que mantém suas conexões biológicas. Ainda assim, alguma remodelação óssea pode ocorrer ao longo de anos.
Se os tecidos moles não forem adequadamente readaptados ao osso, pode haver um "caimento" da pele e musculatura do queixo. Previno isso com técnica meticulosa de reinsersão muscular e curativo compressivo adequado.
Discuto todos esses riscos detalhadamente na consulta. Meu objetivo é que você entre na cirurgia completamente informado e seguro.
Formei-me pela Universidade Estadual de Londrina e tive o privilégio de ser aluno do Professor Ivo Pitanguy, o maior nome da cirurgia plástica brasileira e um dos mais respeitados do mundo. Com ele, aprendi não apenas técnicas cirúrgicas, mas uma filosofia de respeito ao paciente e busca incessante pela excelência.
Ao longo de mais de vinte anos de prática, realizei mais de oito mil cirurgias plásticas. Sou membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da American Society of Plastic Surgeons (ASPS). Participo regularmente de congressos nacionais e internacionais, mantendo-me atualizado com os avanços da especialidade.
A cirurgia facial é minha paixão dentro da cirurgia plástica. Do lifting facial deep plane à rinoplastia, do neck lift à genioplastia, cada procedimento exige compreensão profunda da anatomia tridimensional da face e sensibilidade artística para criar resultados harmoniosos e naturais.
A genioplastia óssea é uma cirurgia que exige domínio da anatomia mandibular, habilidade com instrumentais de osteotomia e sensibilidade estética refinada. Minha experiência acumulada ao longo de duas décadas, combinada com planejamento meticuloso e técnica precisa, me permite oferecer resultados previsíveis e satisfatórios.
Se durante a consulta eu perceber que a genioplastia não é a melhor opção para você — se uma prótese resolve melhor, se o problema é ortognático ou se suas expectativas não são realistas — direi isso com clareza. Prefiro perder uma cirurgia a fazer um paciente infeliz.
Não. A incisão é feita por dentro da boca, no sulco entre o lábio inferior e a gengiva. Não há nenhuma cicatriz visível na pele do rosto. A cicatriz interna é praticamente imperceptível após a completa cicatrização.
A dor é surpreendentemente moderada. A maioria dos pacientes relata mais desconforto com o inchaço do que com dor propriamente dita. Analgésicos comuns controlam bem o pós-operatório. Não é uma cirurgia que exige uso prolongado de medicação forte.
A genioplastia isolada dura entre uma e duas horas. Quando combinada com outros procedimentos como rinoplastia, o tempo total aumenta proporcionalmente, mas os procedimentos são realizados no mesmo tempo anestésico.
Para atividades que não exigem esforço físico, geralmente em sete a dez dias. O inchaço ainda será visível, mas razoavelmente discreto. Para atividades públicas ou eventos, recomendo duas a três semanas. Esportes de contato, somente após seis a oito semanas.
Sim. Uma vez que o osso consolida na nova posição (aproximadamente seis semanas), o resultado é definitivo. O queixo permanecerá nessa posição para o resto da vida. Essa é uma das grandes vantagens da genioplastia óssea sobre preenchimentos e até mesmo sobre próteses.
Não. A osteotomia é realizada abaixo das raízes dos dentes e do canal mandibular. A mordida (oclusão) não é alterada. Se o paciente tem problemas de mordida que contribuem para a desarmonia facial, pode ser necessária uma cirurgia ortognática, que é um procedimento diferente e mais abrangente.
Sim, e essa é uma das combinações mais frequentes. Corrigir queixo e nariz simultaneamente oferece resultado de harmonia facial superior ao que se obteria corrigindo apenas um deles. A cirurgia combinada é segura e não aumenta significativamente o tempo de recuperação.
A genioplastia move apenas o fragmento inferior do queixo (mento). A cirurgia ortognática reposiciona toda a mandíbula e/ou maxila, corrigindo problemas de mordida e desproporções esqueléticas maiores. A genioplastia é indicada quando a oclusão está adequada e o problema é exclusivamente estético no mento.
Não. As miniplacas são extremamente finas e ficam fixadas ao osso, cobertas pelos tecidos moles. Não são palpáveis na maioria dos pacientes e não são visíveis. Não causam rejeição, não enferrujam e não precisam ser removidas.
Dormência temporária é esperada e normal nos primeiros meses. A sensibilidade retorna progressivamente, com recuperação completa na grande maioria dos casos entre três e seis meses. Dormência permanente é extremamente rara quando a cirurgia é realizada com técnica adequada e proteção cuidadosa dos nervos mentonianos.
Sim, para ambos. O planejamento é individualizado conforme o padrão estético de cada gênero. No homem, geralmente busco um queixo mais projetado e angular. Na mulher, um contorno mais suave e delicado. O princípio da cirurgia é o mesmo; o que muda são os objetivos estéticos.
Sim. A bichectomia complementa muito bem a genioplastia, especialmente em pacientes que desejam um rosto mais definido e anguloso. As duas cirurgias podem ser feitas no mesmo tempo cirúrgico, com incisões intraorais independentes.
Se você chegou até aqui, é porque está considerando seriamente a genioplastia óssea. O próximo passo é simples: agende uma consulta comigo. Minha equipe está pronta para atendê-lo, responder suas dúvidas e encontrar o melhor horário para sua avaliação.
Saiba mais sobre a primeira consulta, o investimento e as orientações de preparação pré-cirúrgica e recuperação pós-operatória.
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